CONFLITO MUNDIAL

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Ataques simultâneos atingem Teerã e Beirute; vítimas já somam centenas

Um bombeiro combate o incêndio em um prédio atingido por um ataque aéreo israelense em Dahiyeh, um subúrbio ao sul de Beirute, na terça-feira. Fotografia: Hussein Malla/AP

Conforme o balanço provisório do The Guardian, o conflito se expande para nove países, com ofensivas aéreas massivas e ataques a infraestruturas petrolíferas em uma faixa de 2.000 km

A manhã desta terça-feira, dia 3, marcou um novo e violento capítulo na guerra que opõe os Estados Unidos e Israel ao Irã. Aviões de guerra das forças aliadas lançaram uma nova onda de ataques em território iraniano, resultando em um saldo de mais de 500 mortes, segundo dados da Sociedade do Crescente Vermelho Iraniano.

Em um movimento coordenado, a Força Aérea Israelense confirmou que está atacando simultaneamente as capitais Teerã (Irã) e Beirute (Líbano), visando alvos do regime iraniano e do grupo Hezbollah. Ordens de evacuação imediata foram emitidas para dezenas de localidades libanesas enquanto o Hezbollah retalia com o lançamento de drones contra o norte de Israel.

Impacto Regional e Logístico

O conflito transbordou as fronteiras diretas, com registros de destruição e vítimas em pelo menos nove países da região. De acordo com o The Guardian, pontos-chave da crise incluem:

  • Ataques a Bases e Embaixadas: A Guarda Revolucionária do Irã alega ter destruído o quartel-general de uma base aérea dos EUA no Bahrein. Em Riade, a embaixada americana foi atingida por um drone, provocando um incêndio.

  • Defesa nos Emirados Árabes Unidos: O sistema de defesa local interceptou 186 mísseis e detectou 812 drones iranianos. Apesar da alta taxa de interceptação, três mortes foram confirmadas no país.

  • Incerteza em Ormuz: Persiste a confusão sobre o tráfego no Estreito de Ormuz. Enquanto o Irã ameaça “queimar qualquer navio” na rota, o Comando Central dos EUA afirma que a hidrovia ainda não está oficialmente fechada.

O Tom dos Líderes

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu declarou que a guerra pode levar “algum tempo”, mas descartou um conflito de anos. Já o presidente Donald Trump reiterou o apelo para que o povo iraniano derrube seus líderes, sinalizando que a campanha aérea atual pode durar semanas.

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, reforçou a gravidade da situação ao afirmar que os “golpes mais duros” contra o Irã ainda estão por vir, justificando a ofensiva como uma resposta preventiva para proteger forças americanas de retaliações iminentes.

Alerta Global: O Departamento de Estado dos EUA recomendou que todos os cidadãos americanos deixem imediatamente mais de uma dúzia de países no Oriente Médio devido ao risco extremo de escalada.

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Trump alerta que ofensiva no Irã é “apenas o começo” e prevê onda de ataques

(Imagem: Andrew Harnik | Getty Images)

Em discurso público realizado nesta segunda-feira, dia 2, presidente dos EUA classifica regime de Teerã como “sinistro” e não estipula prazo para o fim do conflito

O cenário no Oriente Médio atingiu um novo patamar de gravidade. Em seu primeiro pronunciamento após o início das operações militares no último final de semana, o presidente Donald Trump detalhou a estratégia americana e alertou que a “grande onda” de ataques ainda está por vir. Ao classificar o governo iraniano como “doentio e sinistro”, Trump afirmou que esta é a oportunidade decisiva para os Estados Unidos eliminarem a ameaça nuclear do país.

Diferente das previsões iniciais de uma operação de quatro a cinco semanas, o presidente destacou que o país tem capacidade para prolongar a ofensiva pelo tempo que for necessário para destruir a marinha e o arsenal de mísseis do inimigo. O objetivo declarado ultrapassa a retaliação a líderes, focando na desarticulação do atual formato de governo e do risco que o Irã representa para a segurança americana.

O Transbordo do Conflito e a Reação de Teerã

A guerra já ultrapassou as fronteiras iranianas. O grupo Hezbollah, que recebe apoio de Teerã, entrou oficialmente no conflito lançando foguetes contra Israel a partir do Líbano. Esse movimento, somado ao bloqueio do Estreito de Ormuz e ao cancelamento de milhares de voos internacionais, consolida uma crise regional com impactos diretos no fornecimento global de energia.

A resposta do Irã veio por meio do oficial Ali Larijani, que rebateu as declarações de Trump:

“São fantasias delirantes. O país está pronto para uma guerra longa”, avisou Larijani, sinalizando que Teerã não pretende recuar diante da pressão militar.

Impactos Imediatos

  • Energia: O bloqueio logístico no Estreito de Ormuz afeta 20% do petróleo mundial.

  • Aviação: Milhares de voos foram cancelados em decorrência da instabilidade no espaço aéreo da região.

  • Geopolítica: A entrada do Hezbollah no conflito amplia a frente de batalha para o Líbano e Israel.

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Nenhum brasileiro pediu ajuda para deixar o Irã, diz embaixador

© REUTERS/Mohamed Azakir – Proibido reprodução
Comunidade de 200 pessoas é monitorada após ataques no Oriente Médio
Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil
O embaixador do Brasil em Teerã, André Veras Guimarães, disse que nenhum brasileiro solicitou auxílio para deixar o Irã, país no Oriente Médio alvo de ataques dos Estados Unidos e aliados no fim de semana. 

De acordo com Guimarães, a comunidade brasileira no país é pequena, cerca de 200 pessoas, de famílias constituídas de mulheres brasileiras que se casaram com iranianos.

“Não temos nenhuma notícia de brasileiros que tenham sido vítimas de um ataque”, disse, nesta segunda-feira (2), em entrevista ao programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional.

“Temos um grupo de WhatsApp que funciona intermitentemente, segundo a liberação ou não da internet aqui. Mas eles já teriam se comunicado com a gente se fosse necessária alguma assistência”, acrescentou.

O único caso de brasileiro que já deixou o Irã é de um treinador de futebol que saiu, por meios próprios, pela fronteira com a Turquia.

O embaixador explicou que a orientação do governo brasileiro é dar assistência aos seus cidadãos, proteger a equipe da embaixada e informar tudo que está acontecendo para que as avaliações sejam feitas. Segundo Guimarães, ainda é “muito cedo” para pensar em retirar toda a equipe do país.

“A cada momento, na verdade, a gente tem que avaliar e sentir se há condições de permanência. Até agora, os objetivos [dos ataques] são militares, governamentais. Não há falta de energia, de água, os mercados ainda estão abastecidos, pouquíssimas pessoas nas ruas. Então, ainda é possível [permanecer em Teerã], mas existe sempre o risco do efeito colateral”, relatou.

Ainda assim, segundo o embaixador, o momento é “de muita apreensão, muita tensão e uma certa ansiedade”.

“Os ataques são diários. Agora mesmo estão atacando, atacaram há 1 hora, sempre com ataques muito violentos, bombas muito potentes”.

O objetivo dos ataques, conta o embaixador, é atingir estruturas do exército, da Guarda Revolucionária, do Estado iraniano”,  “mas nunca fica certo qual prédio tem relação com qualquer um desses objetivos”, explicou.

Na avaliação de André Veras Guimarães, é muito difícil acreditar que esses ataques consigam tirar o atual regime iraniano do poder, como quer o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

“O sistema ele é muito bem estabelecido, muito enraizado e não me parece, estando aqui e observando, seguindo a política deles, que isso fará o regime cair”, disse.

O embaixador relembra que é um sistema construído ao longo de quatro décadas, “com mecanismos que constam da Constituição para substituição de autoridades e isto vai ser empregado agora”.

O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, foi assassinado durante a agressão militar dos Estados Unidos e Israel contra o país persa, no último sábado (28). No domingo (1º), foi anunciada a formação de um órgão colegiado para substituir Khamenei.

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Guerra no Oriente Médio provoca o maior caos aéreo desde a pandemia

Uma coluna de fumaça causada por um ataque iraniano é visível atrás de um avião da Emirates estacionado no aeroporto internacional de Dubai, neste domingo. Centenas de voos foram cancelados desde que os EUA e Israel iniciaram sua guerra contra o Irã. Fotografia: Altaf Qadri/AP

Com centros globais como Dubai fechados e mais de 1.200 voos cancelados em um único dia, passageiros enfrentam retenções em massa enquanto o conflito escala

O céu sobre o Oriente Médio, um dos corredores mais movimentados da aviação comercial, amanheceu praticamente vazio nesta segunda-feira, 2 de março. O acirramento das hostilidades entre EUA, Israel e Irã paralisou o setor aéreo, deixando centenas de milhares de viajantes retidos em aeroportos que vão de Bali a Frankfurt, no que especialistas já consideram o maior choque logístico desde o auge da crise da Covid-19.

Dados da plataforma FlightAware indicam que apenas hoje 1.239 voos foram cancelados, somando-se aos quase 6 mil registrados no último final de semana. Gigantes do setor, como Emirates, Etihad e Qatar Airways, suspenderam suas operações devido ao fechamento dos espaços aéreos de países como Catar, Bahrein e Emirados Árabes Unidos.

Para além dos números, o cenário é de incerteza para famílias e trabalhadores. Com tripulações e pilotos espalhados pelo mundo e impedidos de retornar às suas bases, a retomada dos serviços parece distante.

“Para os viajantes, não há como suavizar a situação”, afirma Henry Harteveldt, analista da indústria aérea. “É preciso se preparar para atrasos ou cancelamentos nos próximos dias, enquanto esses ataques evoluem.”

Enquanto a classe média e trabalhadores lutam por informações em balcões lotados, o mercado de jatos particulares registrou uma busca desesperada. Voos de Riad para a Europa chegam a custar US$ 350.000, tornando a Arábia Saudita uma das poucas rotas de saída para quem possui recursos extremos.

Reflexos Econômicos 

A crise não se limita aos aeroportos. O mercado financeiro reagiu imediatamente, com as ações das principais companhias aéreas asiáticas e europeias despencando entre 3% e 6%. O impacto mais severo, no entanto, deve ser sentido no bolso do consumidor global através do petróleo. O barril do tipo Brent já subiu para US$ 80, com projeções de atingir a marca dos US$ 100 caso a instabilidade no Estreito de Ormuz persista.

Com o espaço aéreo do Irã e Iraque fechado — rotas que se tornaram vitais após as restrições da guerra entre Rússia e Ucrânia —, as companhias aéreas agora operam em corredores extremamente estreitos, aumentando o tempo de voo, o consumo de combustível e, consequentemente, o risco de novas interrupções.

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Escalada no Oriente Médio: ataques “imprudentes” e o alerta de risco nuclear global

Uma aeronave em chamas e uma pessoa com um paraquedas caem do céu em Al Jahra, Kuwait, nestas imagens obtidas de um vídeo nas redes sociais. O Ministério da Defesa do Kuwait informou que vários aviões americanos caíram e que os pilotos estão a salvo. Fotografia: Redes sociais/via REUTERS

Relatórios do The Guardian apontam para uma perigosa instabilidade regional após ofensivas iranianas atingirem infraestruturas civis e despertarem o temor de desastres radiológicos

O cenário internacional vive horas de extrema tensão nesta segunda-feira, dia 2 de março. Em uma demonstração rara de unidade, os Estados Unidos e seis nações aliadas do Golfo — Kuwait, Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Jordânia e Emirados Árabes Unidos — emitiram uma declaração conjunta condenando veementemente o que classificaram como ataques “indiscriminados e imprudentes” realizados pelo Irã.

A ofensiva, que atingiu múltiplos territórios soberanos, não apenas danificou infraestruturas vitais, mas colocou populações civis em uma linha de fogo direta, rompendo normas fundamentais de estabilidade regional.

O Risco Invisível: O Alerta da AIEA

Para além da destruição imediata e visível, surge uma preocupação ainda mais profunda e silenciosa: a segurança nuclear. Rafael Grossi, diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), trouxe um tom de urgência humanitária ao abrir a reunião trimestral do conselho em Viena.

Grossi alertou que, caso usinas nucleares civis sejam atingidas, o mundo poderá testemunhar evacuações em massa de proporções inéditas.

“Não podemos descartar a possibilidade de um vazamento radiológico com graves consequências, incluindo a necessidade de evacuar áreas tão grandes ou maiores que grandes cidades”, afirmou Grossi, visivelmente frustrado com a estagnação das negociações diplomáticas.

Atualmente, países como Emirados Árabes Unidos, Jordânia e o próprio Irã operam reatores que, se comprometidos por operações militares, podem gerar uma catástrofe que não respeita fronteiras geográficas.

Impacto na infraestrutura e autodefesa

Os reflexos dos ataques já são sentidos na economia e na segurança local. Na Arábia Saudita, a refinaria de Ras Tanura — um dos pilares do abastecimento de petróleo no Oriente Médio — precisou suspender parte de suas operações após a queda de destroços de drones interceptados, que provocaram um incêndio no complexo.

Embora o Ministério da Energia saudita tenha garantido que o fornecimento local não foi afetado, o episódio ilustra a vulnerabilidade de estruturas que sustentam a vida cotidiana de milhões de pessoas.

Em resposta, o bloco de nações aliadas reafirmou seu direito à autodefesa, destacando que a cooperação em defesa aérea foi o que evitou, até o momento, uma perda de vidas ainda maior. O comunicado oficial lista ataques ocorridos em uma vasta extensão territorial, incluindo o Bahrein, Iraque (Curdistão Iraquiano), Omã e Kuwait.

A Diplomacia como única saída

Apesar da presença constante do uso da força nas relações internacionais, as autoridades globais reiteram que a solução duradeira para esta discórdia reside, exclusivamente, na mesa de negociações. “A diplomacia é difícil, mas nunca impossível”, ressaltou o chefe da AIEA, instando as partes à máxima contenção para evitar que o conflito escale para um ponto de não retorno.

Enquanto o mundo observa com cautela, a prioridade permanece sendo a preservação da vida civil e a integridade de instalações que, se violadas, podem mudar o curso da história de forma trágica.

Motoristas passam por uma coluna de fumaça que se eleva de um suposto ataque iraniano no distrito industrial de Doha, em 1º de março de 2026. Fotografia: Mahmud Hams/AFP/Getty Images

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Trump afirma que líder supremo do Irã está morto após ataques conjuntos

A imagem, capturada pela Airbus, mostra diversas estruturas destruídas ou gravemente danificadas dentro do complexo residencial do líder supremo do Irã, em Teerã. Fotografia: Airbus/Soar Atlas

Presidente dos EUA anunciou a morte de Ali Khamenei em rede social; ofensiva em parceria com Israel deve continuar durante toda a semana

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado, dia 28, que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, morreu durante os ataques. Segundo publicação no Truth Social, Trump descreveu Khamenei como uma das pessoas mais perversas da história. No entanto, o jornal inglês The Guardian ressalta que ainda não existe verificação independente sobre a morte do líder iraniano.

Inteligência e cooperação

Trump declarou que sistemas de inteligência altamente sofisticados rastrearam o paradeiro de Khamenei. De acordo com o presidente, a operação ocorreu em estreita colaboração com as forças de Israel. Ele afirmou que outros líderes iranianos também morreram durante os bombardeios pesados e precisos realizados na madrugada.

Para o governo americano, este momento representa a maior oportunidade para o povo iraniano recuperar o seu país. Trump sugeriu que o processo de mudança de regime deve começar em breve. Ele acredita que a infraestrutura militar do país sofreu danos severos em apenas um dia de combate.

Promessa de imunidade

O presidente americano revelou que muitos membros da Guarda Revolucionária Iraniana não desejam mais lutar. Diante desse cenário, Trump ofereceu imunidade aos militares e policiais que se unirem aos “patriotas iranianos”. Contudo, ele alertou que o destino daqueles que resistirem será apenas a morte.

Apesar da possível queda da liderança máxima, as operações militares não devem cessar imediatamente. Trump confirmou que os bombardeios continuarão ininterruptamente durante toda a semana ou pelo tempo necessário. O objetivo declarado da Casa Branca é alcançar a paz no Oriente Médio e no mundo.

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EUA e Israel atacam o Irã e Donald Trump fala em mudança de regime

Em declarações à imprensa na quinta-feira, Donald Trump pareceu sinalizar que ainda havia tempo para a diplomacia. Fotografia: Andrew Leyden/NurPhoto/Shutterstock

Ofensiva militar ocorre após fracasso em negociações nucleares; presidente americano ameaça destruir forças armadas iranianas caso não haja rendição imediata

Os Estados Unidos e Israel lançaram um ataque conjunto contra o território do Irã neste sábado, dia 28. A operação militar começou durante a madrugada com bombardeios aéreos em diversos pontos do país. Segundo o jornal inglês The Guardian, a ação ocorre sem fundamentação legal internacional ou consulta prévia ao Congresso americano.

Alvo e ultimato

© Frame/Reuters – Proibido reprodução

Em pronunciamento gravado, o presidente Donald Trump afirmou que o objetivo não é apenas negociar concessões. Ele exigiu a rendição imediata da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã. Caso contrário, Trump prometeu destruir o sistema de mísseis, a marinha e as forças armadas iranianas.

O governo americano espera que o ataque enfraqueça o regime e estimule a oposição interna a assumir o poder. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, também justificou a guerra. Segundo ele, a meta é eliminar a ameaça existencial representada pelo governo de Teerã.

Diplomacia em xeque

A ofensiva surpreendeu a comunidade internacional porque as partes discutiam limites ao enriquecimento de urânio até a última quinta-feira. No entanto, Trump optou pelo uso da força militar acumulada no Oriente Médio. Essa é a maior concentração de tropas americanas na região desde a invasão do Iraque.

Analistas alertam para os riscos de uma retaliação severa por parte do Irã. Embora enfraquecido por sanções, o país possui drones e mísseis balísticos que podem atingir alvos americanos. Até o momento, não há previsão de uma invasão terrestre por parte das forças coalizadas.


A posição do Brasil

O Governo Brasileiro condenou oficialmente os ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã. Em nota divulgada pela Agência Brasil, o Ministério das Relações Exteriores manifestou “grave preocupação” com a escalada da violência. O Itamaraty defende que a negociação diplomática é o único caminho viável para a paz. O governo brasileiro também apelou para que as partes respeitem o Direito Internacional e protejam a população civil na região.

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