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China pede diálogo entre EUA e Rússia após fim de pacto nuclear
A China solicitou oficialmente que os Estados Unidos e a Rússia retomem o diálogo bilateral sobre o tratado NewStart de armas nucleares. O apelo ocorreu nesta quinta-feira, dia 5, data em que expirou o principal acordo de controle de arsenais atômicos entre Washington e Moscou.
Portanto, Pequim considera essencial que os norte-americanos respondam de forma “ativa e responsável” às sugestões russas de manter os limites centrais do pacto. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lin Jian, afirmou que a retomada das conversas é uma expectativa de toda a comunidade internacional.
Os riscos do fim do acordo
O fim da vigência do NewStart gera incertezas sobre a estabilidade estratégica global. Segundo o governo chinês, a ausência de um mecanismo de controle pode impactar negativamente o sistema internacional de desarmamento. Além disso, o tratado era visto como o último pilar de segurança entre as duas maiores potências nucleares do mundo.
Dessa forma, a China reiterou que adota uma política “extremamente prudente” em relação ao seu próprio arsenal. Lin Jian enfatizou que o país mantém suas forças nucleares no nível mínimo necessário e não pretende participar de corridas armamentistas.
Posição da China nas negociações
Apesar da pressão internacional, a China não pretende integrar negociações trilaterais com EUA e Rússia neste momento. O porta-voz justificou a decisão apontando a grande diferença de escala entre os arsenais das três nações.
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Foco chinês: Preservação da estabilidade global sem comprometer a segurança nacional.
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Expectativa: Resposta positiva de Washington para novos arranjos pós-tratado.
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Impacto: Possível aumento do risco de conflitos atômicos sem fiscalização mútua.
Por fim, Pequim defende que o desarmamento deve seguir princípios que não prejudiquem a segurança de nenhum país. O fim do tratado NewStart de armas nucleares marca um capítulo perigoso na diplomacia moderna e exige atenção imediata das grandes potências.
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