TEATRO

Alternativa

Espetáculo teatral “A Princesa Dara e o Sapo Que Fala” faz duas apresentações em Campinas

Projeto foi contemplado pela Lei Paulo Gustavo da Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas – Crédito: Divulgação

No próximo dia 28, com sessão na Comunidade Menino Chorão e, dia 12/10, no Teatro Municipal Castro Mendes

A Companhia de Teatro Kokelinha, formada por artistas e arte-educadores de Campinas, apresentará em duas datas o espetáculo teatral “A Princesa Dara e o Sapo Que Fala”. No dia 28 de setembro, às 16h, na Comunidade Menino Chorão e, no Dia das Crianças, dia 12 de outubro, às 18h, no Teatro Municipal Castro Mendes. As apresentações contarão com interpretação em Libras e entrada gratuita. O projeto foi contemplado pela Lei Paulo Gustavo da Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas.

“A Princesa Dara e o Sapo Que fala” traz uma história totalmente nova sobre uma princesa e um sapo falante, desta vez ambientada em um reino africano, liderado e construído por mulheres. A peça traz o foco ao protagonismo feminino, negro e africano, tendo também o objetivo de incentivar o público infantil a buscar mais representatividades de realeza, além de abordar temas que envolvem ecologia, história, cultura popular, autoconhecimento e o poder de se reinventar.

Serviço

Espetáculo teatral “A Princesa Dara e o Sapo Que Fala”

Data: 28/09 (sábado)

Horário: 16h

Local: Comunidade Menino Chorão

Endereço: rua Um, Jardim Colúmbia, Campinas

Entrada gratuita

Data: 12/10 (sábado)

Horário: 18h

Local: Teatro Municipal Castro Mendes

Endereço: rua Conselheiro Gomide, 62 – Vila Industrial

Entrada gratuita

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Alternativa

Vinhedo recebe o espetáculo Nós, Antígonas nos dias 28 de setembro e 05 de outubro

As duas apresentações são gratuitas e com acessibilidade comunicacional

No último sábado de setembro e no primeiro sábado de outubro respectivamente o grupo Coletiva Tria apresenta o espetáculo “Nós, Antígonas” em praça pública. No dia 28 de setembro às 11 da manhã na praça da Capela e no dia 05 de outubro, às 16 horas na praça   Geraldo Thomé, ambas em Vinhedo. As apresentações são abertas e gratuitas, com acessibilidade comunicacional: LIBRAS.

O espetáculo é uma adaptação contemporânea da obra de Sófocles (441 a.C.) cuja protagonista é filha do amaldiçoado Édipo. Antígona marcou a história e o imaginário ao desafiar o Estado para poder enterrar seu irmão, cujo sepultamento foi proibido pelo rei de Tebas. A protagonista sustenta arduamente sua convicção e arca com as consequências de sua rebeldia.

A peça “Nós, Antígonas” tem apoio da Lei Paulo Gustavo de incentivo à cultura do município de Vinhedo.

O grupo

A Coletiva Tria é formada pelas artistas Iara Lage, Lis Nasser e Luana Marques. Movidas pelo desejo de fazer teatro, as três se unem em propostas teatrais que colocam em diálogo o teatro e as vivências como mulheres-artistas. O grupo atua principalmente com obras que propõem reflexões sobre as mulheres na sociedade contemporânea, seja individual ou coletivamente.

SERVIÇO

Dia: 28/09 (sábado)

Horário: 11h

Local: Parque da Capela | R. João Edueta, 450 – Parque das Paineiras, Vinhedo/SP

Indicação etária: Para todas as idades

Apresentação aberta e gratuita

Dia: 05/10 (sábado)

Horário: 16h

Local: Praça Geraldo Thomé | Av. Vista Alegre – Jardim Tres Irmaos, Vinhedo

Indicação etária: Para todas as idades

Apresentação aberta e gratuita

Sinopse

Em “Nós, Antígonas”, a narrativa grega se mistura com a contemporaneidade, em seus pontos em comum com a realidade das mulheres, e é atravessada por relatos da atriz que mistura a contação com sua euforia de, finalmente, vivenciar a coragem e força de Antígona.

Ficha técnica

Elenco: Iara Lage e Luana Marques | Direção cênica: Lis Nasser | Direção musical: Iara Lage | Dramaturgia: Luana Marques | Figurino e concepção cênica: Eduarda Globekner Ohoe | Fotografia e design gráfica: Lara Eduarda Capovilla | Assessoria de Imprensa: Karime Ribeiro

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Alternativa

Cia de Achadouros apresenta “Raízes, memórias e outras histórias” em Valinhos e Vinhedo

Além dos causos da vida real, que misturam histórias vividas e coletadas pelos próprios artistas, a contação de histórias proporciona uma experiência diferente, ao permitir que o público assista à apresentação deitado ou sentado em um espaço aconchegante

A Cia de Achadouros está comemorando dez anos com uma série de ações especiais. No mês de agosto de 2024, o grupo realiza apresentações gratuitas da contação de histórias “Raízes, memórias e outras histórias” em Valinhos e Vinhedo.

Em Valinhos a apresentação acontece no próximo domingo, dia 18, às 10h30, na Feira Arte na Praça, na Praça Washington Luis, em Valinhos.

E no dia 25 de agosto, às 10h30, a apresentação acontece no Memorial do Imigrante, em Vinhedo.

Além dos causos da vida real, que misturam histórias vividas e coletadas pelos próprios artistas da cena, “Raízes, memórias e outras histórias” traz o enredo de uma árvore que supera um grande desafio de vida, as aventuras de uma criança que desvenda um segredo da floresta e a experiência mágica vivida por uma família diante de um momento delicado e de grandes revelações.

O projeto busca expandir a experiência do público com a contação de histórias, fazendo um convite para que cada pessoa aprecie os instantes do espetáculo nas mais distintas condições oferecidas pela cenografia criada por Clau Carmo. O público pode assistir à apresentação estando em pé, sentado, deitado ou em outras posições que despertem os sentidos e ampliem a experiência.

Com três artistas que se desdobram nas performances em cena: Emiliano Favacho, Felipe Michelini e Mariá Guedes, a montagem propõe um destaque sobre a fisicalidade da atuação e a vivacidade da palavra falada, transitando pela literatura através das histórias “A força da Palmeira” (2014), livro de Anabella Lopéz adaptado de um conto popular do Magreb; “O segredo do Curumim” (1982), de autoria da escritora brasileira Sônia Robatto; e “O filho do caçador e outras histórias-dilema da África” (2014), de Andi Rubinstein e Madalena Monteiro, adaptado de histórias-dilema de África.

Com direção de Fabiano Lodi e direção musical de Felipe Gomes Moreira, o projeto que foi criado em 2018, reestreia em 2024 em uma nova versão, que melhor representa os anseios artísticos da Cia de Achadouros ao longo de todos esses anos de dedicação a esta pesquisa.

As ações são do projeto “Cia de Achadouros faz Dez Anos”, contemplado no Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas 2023 de Grupos e Coletivos Artísticos, realizado em parceria com a Leneus Produtora de Arte.

Ficha Técnica – Atuação: Emiliano Favacho, Felipe Michelini e Mariá Guedes. Direção: Fabiano Lodi. Dramaturgia: Cia de Achadouros e Fabiano Lodi. Direção Musical: Felipe Gomes Moreira. Cenário e Figurinos: Clau Carmo. Costureira: Anísia Maria. Design Gráfico: Nathalia Ernesto. Gestão de mídias sociais: Rúbia Galera. Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini. Assistente de Produção: Samuel Paixão. Produção Local (Vinhedo e Valinhos): Renan Mozzer. Fotos: @pri_fiotti. Coordenação de Produção: Leneus Produtora de Arte

Serviço: Espetáculo “Raízes, memórias e outras histórias”

Com Cia de Achadouros

Sinopse: Uma contação de histórias encenada, que reúne variadas narrativas e experiências de encontro mediadas pelas práticas da oralidade. Em cena, três artistas revisitam sabedorias afro-brasileiras e dos povos originários, misturadas a causos da vida real que alimentam imaginários do nosso cotidiano. O espetáculo convida o público a vivenciar ensinamentos valiosos que foram transmitidos entre gerações e a apreciar elementos da rica diversidade que compõem a cultura brasileira. Duração: 50 minutos

Grátis – Classificação Livre – Capacidade: 50 pessoas

Quando: 18 de agosto de 2024 (domingo) – Horário: 10h30 – Onde: Feira Arte na Praça – Endereço: Praça Washington Luis – R. Washington Luiz de Castro Barros, 3 – Jardim das Figueiras, Valinhos

Quando: 25 de agosto de 2024 (domingo) – Horário: 10h30 – Onde: Memorial do Imigrante – Endereço: Av. dos Imigrantes, 605 – Jardim Itália, Vinhedo – SP, 13280-000

Informações: www.instagram.com/ciadeachadouros e www.facebook.com/ciadeachadouros

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Grupo Os Geraldos faz duas apresentações gratuitas no TAO do espetáculo “Cordel do Amor sem Fim – ou a Flor do Chico”

Com dramaturgia de Claudia Barral, o espetáculo será apresentado em Campinas antes de embarcar por uma turnê nas cidades de Belém, São Luís, Recife e Salvador

O grupo Os Geraldos, de Campinas, abre as portas de sua sede – o Teatro de Arte e Ofício, em Campinas – para duas apresentações gratuitas do espetáculo “Cordel do Amor sem Fim – ou A Flor do Chico”, que tem texto de Claudia Barral e direção de Gabriel Villela. As sessões acontecerão neste sábado (dia 3), às 19h e 21h, com entrada gratuita, no TAO, e antecedem uma turnê por quatro capitais brasileiras, que começa na próxima semana, em Belém, seguindo depois para São Luís, Recife e Salvador, onde o projeto será encerrado com a presença de Claudia Barral, a autora.

Além das apresentações, a programação inclui uma residência artística em cada cidade, com oficinas de gestão cultural, acompanhamento da montagem técnica e do ensaio musical, bate-papo após as apresentações e a oficina “A música e a cena”.

A peça, que estreou em 2021, tem alcançado sucesso de público e crítica em importantes circuitos teatrais brasileiros, como o Festival de Curitiba, o Cena Contemporânea (Brasília/DF), o Tiradentes em Cena (MG), o Festival Nacional de Teatro de Passos, dentre outros, já tendo sido vista por mais de 10 mil pessoas, de 27 municípios brasileiros. A história nos apresenta três irmãs que vivem em Carinhanha, uma cidade do sertão baiano, às margens do Rio São Francisco. A mais nova das moças, às vésperas de seu noivado, apaixona-se por um viajante no porto, um acaso que muda o rumo de todas as personagens dessa história sobre a espera, o tempo e o amor. Com músicas tocadas e cantadas ao vivo, a obra trará canções da Música Popular Brasileira.

A montagem reúne artistas que têm em comum o trabalho com o teatro popular: o diretor mineiro Gabriel Villela, com seu universo barroco, musical, colorido e popular; a dramaturga Claudia Barral, nascida em Salvador e inspirada pelas narrativas, poesias e culturas locais do sertão baiano; e o grupo do interior paulista Os Geraldos, cuja trajetória, de 16 anos, foi sempre traçada na cultura popular, realizando, com seus espetáculos, ampla circulação pelo Brasil principalmente das cidades pequenas – foram mais de 80 municípios, de nove estados brasileiros, além de três outros países: Argentina, Peru e Marrocos.

Gabriel Villela – que tem contribuição também na Música Popular Brasileira, com a direção de shows de Maria Bethânia, Milton Nascimento, Elba Ramalho e Ivete Sangalo – já dirigiu mais de 50 espetáculos teatrais, participando de várias edições do Festival de Curitiba, desde a primeira, com “A Vida é Sonho”, “Romeu e Julieta”, “Sua Incelença, Ricardo III”, dentre outras obras. Já trabalhou com artistas como Renata Sorrah, Laura Cardoso, Beatriz Segall, Walderez de Barros, Marcello Antony, Regina Duarte, Thiago Lacerda, entre outros grandes nomes das artes cênicas nacionais. Já recebeu Prêmios Molière, Sharp, Shell, Troféus Mambembe, Troféus APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), Prêmios APETESP (Associação de Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo), Prêmios PANAMCO, Zilka Salaberry, além de dezenas de premiações internacionais, como no Festival Theater Der Welt in Dresden (Alemanha), Word State Festival, em Toronto (Canadá), “Globe to Globe”, no Shakespeare`s Globe Theatre (Londres, Inglaterra), dentre outros. Sua poética e produção artística estão registrados no livro “Imaginai! O teatro de Gabriel Villela”, de Dib Carneiro Neto e Rodrigo Audi, lançado em 2017 e vencedor, na categoria de livro de arte, do Prêmio Jabuti 2018. Recentemente foi vencedor do Prêmio Governador do Estado na categoria Teatro pela direção de Ubu Rei  2023, com o grupo Os Geraldos.

Em mais de 30 anos de trajetória profissional, foi a primeira vez que Villela dirigiu um espetáculo no interior paulista, levando a Campinas profissionais como Babaya Morais, de Belo Horizonte (MG), Francesca Della Monica, de Florença (Itália), e Everton Gennari, de Birigui (SP), que trabalharam a espacialização e antropologia da voz, o assistente de figurinos e adereços José Rosa, de Caculé (BA), e os assistentes de direção Zé Gui Bueno e Ivan Andrade, de São Paulo. Andrade é parceiro de criação de Villela em outras obras e segue carreira de diretor.

A turnê conta com o patrocínio master da Vale, multinacional brasileira de mineração e uma das maiores operadoras de logística do país. A Vale é reconhecida como uma das principais empresas de mineração do mundo e a maior produtora de minério de ferro, pelotas e níquel. As duas apresentações de Campinas contam com o patrocínio da Porto.

Sobre o grupo

Os Geraldos tem sede em Campinas (SP) desde 2008 e atua em três frentes de trabalho: Criação Artística, ao criar e manter em circulação seus espetáculos;  Projetos Formativos, ao oferecer cursos sobre a arte do ator e gestão cultural, a partir da prática do grupo e de pesquisas de mestrado e doutorado de seus integrantes; e Territórios Culturais, ao instituir espaços que possam sediar, para além das atividades do grupo, outros eventos artísticos, como ocorre em sua atual sede, o Teatro de Arte e Ofício (TAO), um dos mais importantes espaços culturais de Campinas.

O grupo já circulou por mais de 100 municípios, de três países e de dez estados brasileiros, e foi indicado ao Prêmio Governador do Estado de Territórios Culturais (2017), além de receber mais de 40 prêmios, em festivais nacionais e internacionais e é filiado ao ISPA (Sociedade Internacional de Artes Performativas) desde 2023, em 2024 partirá para Barcelona para participação do projeto La Casa del Teatre Nu: Residency for Performing Artists.

Serviço: 

Cordel do Amor sem Fim – ou A Flor do Chico

Campinas/SP

Data: 03 de agosto sábado, às 19 e 21 horas

Local: Teatro de Arte e Ofício – TAO -( Rua conselheiro antônio prado, 529 – Vila Nova )

Entrada franca. Os ingressos estarão disponíveis para retirada através do link do sympla: https://www.sympla.com.br/cordel-do-amor-sem-fim—ou-a-flor-do-chico__2572457 ou na bilheteria do teatro

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Lotação: 170 lugares

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Alternativa

‘A Pipa e a Flor’, peça baseada no livro de Rubem Alves terá apresentação em Valinhos

Apresentação acontece neste sábado dia 11, no Auditório do Centro Cultural ‘Vicente Musselli” abrindo as comemorações dos 25 anos da peça

A adaptação do livro “A pipa e a flor” do escritor, educador e psicanalista Rubem Alves, para o teatro chega à Valinhos neste sábado dia, 11, para marcar a abertura das comemorações dos 25 anos de sua estreia.

A peça tem omo protagonista o ator Laerte Asnis, que também assina a direção e a produção do espetáculo e também conta com participação da musisista Luciana Vieira. “A peça conta à história de uma pipa que ao encontrar uma flor, começa a fazer reflexões sobre a liberdade, a felicidade e o amor”.

O espetáculo, gratuito para todas as idades, será apresentado no Auditório do Centro Cultural ‘Vicente Musselli”,  na rua Itália, 267 – centro – em três apresentações: às 15h00, às 17h00 * e às 20h00. Também será realizada uma oficina de teatro para maiores de 16 anos, às 13 horas e envolverão atividades práticas e após cada sessão da peça teatral A PIPA E A FLOR, roda de conversa sobre o processo de adaptação de um livro para os palcos.

25 ANOS

A peça estreou em 21 de dezembro de 1999 e desde então já foi encenada em diversas instituições culturais, educacionais, hospitalares e empresariais do Brasil e Portugal, em mais de 1700 apresentações até este momento.

O Texto de Rubem Alves nos mostra o que há de mais desejado na vida, ou seja, a valorização das relações humanas, em todos os níveis. A peça fala de amor e também de seus agravantes como a inveja, o ciúme e o sentimento de posse.

A peça propõe discutir o relacionamento entre uma pipa e uma flor e nos conduz a alguns questionamentos: Como acontece uma relação? Quem tem razão? Como posso aceitar o outro? Como compartilhar experiências conjuntas? Perguntas que nos permitem refletir sobre a importância que cada um desempenha dentro de uma relação, seja no âmbito amoroso, familiar ou no ambiente de trabalho e perguntas que nos permitem entender a necessidade de se contar com o entendimento para que a vida seja bem vivida.

A peça tem música ao vivo, com repertório erudito e cantigas de roda. Um piano faz a poética musical. A peça é interativa. Faz refletir sobre a felicidade, o brincar e a arte do bem viver.

Serviço

Apresentação da peça A PIPA E A FLOR

Sábado, dia 11/05 em 03 sessões: às 15h00, às 17h00 * e às 20h00

Local: Auditório do Centro Cultural ‘Vicente Musselli”

Rua Itália, 267

Evento gratuito para todas as idades

Não há necessidade de retirada antecipada de ingressos

Será respeitada a capacidade de lugares do local

Sugerimos chegar com 15 minutos de antecedência

* Com interpretação em libras na sessão das 17h00

 

Oficina de teatro para maiores de 16 anos

Sábado, dia 11/05 das 10h00 às 13h00 com atividades práticas e após cada sessão da peça teatral A PIPA E A FLOR, roda de conversa sobre o processo de adaptação de um livro para os palcos

Local: Auditório do Centro Cultural ‘Vicente Musselli”

Rua Itália, 267

Informações e Inscrições exclusivas pelo (11)995112557 – WhatsApp

Evento gratuito

20 vagas – Primeiros inscritos

 

FICHA TÉCNICA

Texto Original: Rubem Alves

Adaptação, Encenação e Direção: Laerte Asnis

Musicista: Luciana Vieira

Duração: 45 minutos

PROTAGONISTAS 

Laerte Asnis –

Ator, Diretor e Produtor teatral

De 1985 a 1991 foi integrante do teatro Vento Forte/SP onde atuou sob direção de Ilo Krugli.

Desde 1992 é ator e diretor da Cia Teatro do Grande Urso Navegante/São Paulo.

 

Luciana Vieira –

Bacharel em Música pela UNICAMP, Cravista e Pianista.

Atua como instrumentista, regente de coral e cantora em diversos projetos culturais.

Mais informações sobre a peça e inscrições para a oficina de teatro:

Laerte Asnis

Whatsapp (11) 99511-2557.

Este projeto é realizado pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, com apoio do PROAC/ICMS, patrocínio da Harald Chocolates e Urbano Alimentos e tem  parceria com a Secretaria Municipal de Cultura  e Prefeitura Municipal de Valinhos.

Além das apresentações teatrais e oficina, o projeto doará para a biblioteca municipal da cidade, 10 exemplares do livro A PIPA E A FLOR ( Edição Adonis)

 

 

 

 

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