RECORDE

Esportes

Hugo Calderano atinge 2º lugar no ranking mundial de tênis de mesa

O mesatenista brasileiro Hugo Calderano alcançou um feito histórico nesta segunda-feira, dia 9. Com a atualização do ranking da Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF), Calderano assumiu a segunda posição do mundo, tornando-se o primeiro atleta das Américas a ocupar tal colocação em uma modalidade tradicionalmente dominada por potências asiáticas e europeias.

Calderano ultrapassou o chinês Wang Chuqin para chegar ao vice-liderança, ficando atrás apenas de outro representante da China, Fan Zhendong, que mantém o topo da lista.

Temporada de Recordes

O ano de 2026 começou em alto nível para o brasileiro, que já conquistou a medalha de bronze no WTT Star Contender de Doha, no Catar. Esse resultado consolida uma trajetória ascendente que ganhou força em 2025:

  • Abril de 2025: Subiu para a 3ª posição após vencer a Copa do Mundo em Macau, na China.

  • Maio de 2025: Foi vice-campeão mundial em Doha, quebrando um tabu histórico onde apenas asiáticos e europeus haviam chegado à final.

Novo Ciclo na Europa

Além do sucesso no ranking, Calderano anunciou mudanças importantes em sua carreira de clubes. Após quase uma década defendendo o TTF Liebherr Ochsenhausen, o brasileiro assinou contrato com o FC Saarbrücken, da Alemanha.

A partir da temporada 2026/27, o brasileiro disputará a Bundesliga, a Copa da Alemanha e a prestigiada Liga dos Campeões pelo novo clube. “É um grande orgulho levar o Brasil a mais um lugar inédito. Esse feito é fruto da melhor temporada da minha carreira até aqui”, celebrou o atleta em depoimento à Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM).

O Ranking Mundial da ITTF (Top 3)

  1. Wang Chuqin (China)

  2. Hugo Calderano (Brasil)

  3. Fan Zhendong (China)

Nota: O ranking da ITTF é atualizado semanalmente e considera o desempenho dos atletas em competições do circuito WTT e campeonatos mundiais.

Fonte: Agência Brasil / CBTM.

COMPARTILHE NAS REDES

Economia

Mega da Virada entra na reta final para apostas físicas e online

© Tomaz Silva/Agência Brasil
Prêmio estimado de R$ 1 bilhão é o maior da história
Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil
Interessados em participar do sorteio da Mega da Virada têm até as 20h (horário de Brasília) da próxima quarta-feira, dia 31, para realizar suas apostas, de forma física ou online. O prêmio estimado para o sorteio deste fim de ano é de R$ 1 bilhão, o maior da história.

O concurso especial ocorre anualmente na última noite do ano. As apostas podem ser feitas em mais de 13 mil lotéricas de todo o país, pelo portal da Caixa e pelo aplicativo de loterias da Caixa. Clientes do banco também podem utilizar o internet banking.

O sorteio será realizado às 22h, com transmissão pelo perfil das Loterias Caixa no Facebook e pelo canal da Caixa no YouTube. Para fazer uma aposta simples, de seis números, é preciso desembolsar R$ 6.

O prêmio da Mega da Virada não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, com acerto de seis números, o prêmio será dividido entre os acertadores da segunda faixa, com acerto de cinco números), e assim por diante.

Desde a sua primeira edição, em 2009, a Mega da Virada já premiou 130 apostas que acertaram as seis dezenas.

Alerta

Na última semana, a Caixa alertou para o surgimento de diversos sites falsos que simulam o portal Loterias Online, único site oficial para recebimento de apostas, inclusive apostas da Mega da Virada.

“Além de não registrarem as apostas, os falsários podem furtar os dados pessoais da vítima e ficar com o dinheiro dela”, destacou a Caixa em comunicado.

COMPARTILHE NAS REDES

Economia

Brasil tem recorde de 9 milhões de turistas internacionais em 2025

© Tomaz Silva/Agência Brasil
Centro de inteligência da Embratur estuda comportamento de visitante
Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil
O Brasil alcançou nesta sexta-feira, dia 19, o recorde de 9 milhões de turistas internacionais em 2025. A marca histórica é 40% maior que o recorde de 6,77 milhões de visitantes internacionais registrados em 2024.

O presidente da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), Marcelo Freixo, ressaltou que o setor de turismo traz geração de emprego e renda.

“Os hotéis, os restaurantes, os quiosques geram emprego. O turismo pode ser uma grande solução para a economia. O Brasil tem grande potencial. Todos os estados cresceram”, disse Freixo.

O presidente da Embratur atribuiu o crescimento à ampliação da malha aérea brasileira que cresceu 16%, com o Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, tendo uma recuperação fundamental. Freixo também destaca que a Embratur montou um centro de inteligência de dados que estuda os mercados internacionais.

“Hoje sabemos quando o alemão vem para cá, para onde ele vem, o tempo que ele fica. Isso vale para o italiano, argentino, chileno, norte-americano. O norte-americano tem um consumo de afro-turismo que é diferente do argentino, que é de sol e praia. Já é diferente do francês, que consome mais cultura e gastronomia. O Brasil tem seis biomas, não é só uma praia ou um resort”, detalhou Freixo.

Ao som da Escola de Samba Mangueira, foi realizada a contagem para a marca dos 9 milhões de turistas estrangeiros na orla de Copacabana, na capital fluminense.

Rio de Janeiro

Nesta quinta-feira, dia 18, Copacabana foi palco da abertura do projeto #tônoRio. O espaço (216m²) na orla da praia reúne cenografia, painéis de LED, atendimento ao público e divulgação de roteiros turísticos, além de uma programação cultural contínua.

Representantes de municípios do interior são convidados a expor informações sobre os destinos. O local também abriga uma área dedicada ao artesanato fluminense, onde artesãos de diferentes municípios se revezam para apresentar técnicas, materiais e tradições locais.

A iniciativa é da Secretaria de Estado de Turismo do Rio de Janeiro (Setur-RJ) e da TurisRio. Segundo a secretaria, em 2025, o Rio de Janeiro já recebeu 1.972.928 turistas internacionais até o mês de novembro, número que representa crescimento de 45,9% em relação ao ano anterior. Em apenas 10 meses, o estado já superou 100% de todo o fluxo internacional registrado em 2024.

COMPARTILHE NAS REDES

Economia

Balança comercial tem superávit de US$ 8,15 bilhões em abril

© Vosmar Rosa/MPOR
Resultado é o quarto melhor da história para o mês
Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

A queda no preço de diversas commodities (bens primários com cotação internacional) fez o superávit da balança comercial encolher em abril, apesar do início de algumas safras. No mês passado, o país exportou US$ 8,153 bilhões a mais do que importou, divulgou nesta quarta-feira, dia 7, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).

Em relação a abril de 2024, o superávit caiu 3,3%. O resultado é o quarto melhor para o mês, só perdendo para abril de 2021, quando foi registrado superávit recorde de US$ 9,963 bilhões, 2022 e 2024.

A balança comercial acumula superávit de US$ 17,728 bilhões nos quatro primeiros meses de 2024. O valor representa queda de 34,2% em relação aos mesmos meses do ano passado. O recuo no valor acumulado ocorreu porque a balança comercial teve déficit de US$ 471,6 milhões em fevereiro, motivado pela importação de uma plataforma de petróleo.

Tanto as exportações como as importações bateram recorde. Em abril, o país exportou US$ 30,409 bilhões, alta de 0,3% em relação ao registrado no mesmo mês do ano passado e o melhor abril desde 1989, quando começou a série histórica. As importações somaram US$ 22,256 bilhões, alta de 1,6% na mesma comparação e também o maior valor da história.

Exportações

Do lado das exportações, as vendas externas de soja, principal produto da agropecuária, caíram 6,1% em relação a abril do ano passado, por causa da queda de 9,7% dos preços médios. As vendas de minério de ferro recuaram 14,3%, motivada pela queda de 16,4% nos preços.

No entanto, a alta no preço do café e da carne bovina ajudaram a sustentar a balança. As vendas de alguns produtos, como carne bovina, veículos e ferro-gusa, subiram no mês passado, compensando a diminuição de preço dos demais produtos.

Importações 

Do lado das importações, as aquisições de motores, máquinas, medicamentos, componentes de veículos, adubos e fertilizantes químicos subiram. A maior alta ocorreu com os fertilizantes, cujo valor comprado aumentou US$ 327,4 milhões (+36,2%) em abril na comparação com abril do ano passado.

Volume de exportações 

No mês passado, o volume de mercadorias exportadas caiu 0,5%, puxado pela queda na quantidade vendida de café e de cobre. Os preços aumentaram apenas 0,8% em média na comparação com o mesmo mês do ano passado. Nas importações, a quantidade comprada subiu 4,4%, impulsionado pelo crescimento econômico, mas os preços médios recuaram 2,9%, refletindo a queda no valor das commodities (bens primários com cotação internacional).

Setores

No setor agropecuário, a queda na quantidade vendida pesou mais para o recuo de 0,8% nas exportações do segmento. O volume de mercadorias embarcadas caiu 4,9% em abril na comparação com o mesmo mês de 2024, enquanto o preço médio subiu 4,5%.

Na indústria de transformação, a quantidade subiu 1,3%, com o preço médio subindo 1,5%, refletindo uma certa recuperação econômica na Argentina, o maior comprador de bens industrializados do Brasil.

Na indústria extrativa, que engloba a exportação de minérios e de petróleo, a quantidade exportada subiu 1,6%, enquanto os preços médios recuaram 5%, fruto da desaceleração econômica na China e do acirramento da guerra comercial por parte do governo de Donald Trump.

Estimativa

Segundo as estimativas mais recentes do Mdic, divulgadas em abril, o superávit deverá ficar em US$ 70,2, queda de 5,4% em relação a 2024. A próxima projeção será divulgada em julho.

Segundo o MDIC, as exportações devem subir 4,8% em 2025 na comparação com 2024, encerrando o ano em US$ 353,1 bilhões. As importações subirão 7,6% e fecharão o ano em US$ 282,9 bilhões. As estimativas, no entanto, devem ser revistas na próxima projeção, em julho, porque não consideram os efeitos do tarifaço de Donald Trump nem da retaliação comercial da China.

As previsões estão mais pessimistas que as do mercado financeiro. O boletim Focus, pesquisa com analistas de mercado divulgada toda semana pelo Banco Central, projeta superávit de US$ 75 bilhões neste ano.

COMPARTILHE NAS REDES

Valinhos

Valinhos faz o maior Feirão do Emprego da história

Mais de 500 pessoas participaram do evento que reuniu 1518 vagas, um recorde na cidade de Valinhos
Mais de 500 pessoas participaram do Feirão do Emprego realizado na última terça-feira, dia 16, pela Prefeitura de Valinhos, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Inovação, e Posto de Atendimento ao Trabalhador de Valinhos (PAT) em parceria com a Faculdade Anhanguera. Durante o Feirão foram oferecidas 1518 vagas, um recorde na história dos feirões na cidade. Apenas as 19 empresas que estavam com equipes de recursos humanos no feirão atenderam mais de mil candidatos e aprovaram mais de 360 currículos para avançarem no processo seletivo.

Tem gente que não vai precisar aguardar resposta porque já saiu do feirão com o emprego garantido. Foi o caso da cozinheira Domingas Azevedo que há dois meses procurava por uma oportunidade. Dona Domingas chegou ao feirão bem cedo, duas horas antes do início das atividades e foi contratada na hora pelo Supermercado Dalben para trabalhar como cozinheira “cheguei bem cedo e com muita esperança de conseguir um emprego e agora os clientes do supermercado vão poder experimentar a minha comida. Estou muito feliz”, comemora.

Além de dona Domingas, o Supermercado Dalben de Valinhos contratou outras quatro pessoas durante o feirão. Para a analista sênior de recrutamento e seleção da rede, Suzane Thobias, o feirão estreita o caminho da contratação tanto para as empresas quanto para os trabalhadores “participar de um feirão como este torna nosso trabalho de recrutamento muito mais eficiente. É bom para o trabalhador que tem maior facilidade de acesso às vagas e também para nós que precisamos contratar’, explica Suzane.

Já outras 278 empresas anunciaram suas vagas e receberam encaminhados pelo PAT. Para essas vagas foram feitos mais de 500 encaminhamentos. Nos próximos dias, a equipe do PAT vai fazer o acompanhamento dos processos seletivos para levantar quantos trabalhadores serão contratados em virtude do feirão.

Para o diretor da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Inovação, Luiz Henrique Diniz, o grande engajamento das empresas e da equipe do PAT foi fundamental para o sucesso do feirão “todos abraçaram a ideia do feirão com muita vontade de fazer a diferença na vida destes trabalhadores que tanto precisam de uma oportunidade. Foi um esforço coletivo que fez o maior feirão de empregos que Valinhos já viu”, afirma o diretor.

Referência

Representantes das prefeituras de Vinhedo, Hortolândia e Várzea Paulista estiveram no feirão para utilizar a experiência de Valinhos como referência para os eventos que serão realizados nestas cidades. Assim, o Feirão do Emprego de Valinhos se tornou um modelo para toda a região.

COMPARTILHE NAS REDES