MERCADO DE TRABALHO

Economia

Taxa de desemprego no Brasil cai para 5,6% em 2025, aponta IBGE

A taxa de desemprego no Brasil atingiu o menor nível em 13 anos. Conforme dados da Pnad Contínua divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira, dia 30, o índice fechou 2025 em 5,6%. Este é o melhor resultado da série histórica iniciada em 2012. O mercado de trabalho superou até mesmo o freio causado pela taxa Selic em 15%.

O principal motivo para a queda foi o consumo das famílias. Segundo Adriana Beringuy, coordenadora do IBGE, a economia seguiu impulsionada pelas compras domésticas. Além disso, o rendimento médio do trabalhador bateu recorde. O valor chegou a R$ 3.560, um aumento real de 5,7% em relação ao ano anterior.

O efeito dos juros e a inflação

O Banco Central manteve os juros altos para controlar a inflação. Entretanto, o impacto não foi uniforme em todos os setores. O consumo se concentrou em bens não duráveis, como alimentos e vestuário. Dessa forma, a renda crescente do trabalhador compensou a dificuldade de acesso ao crédito. A valorização do salário mínimo também ajudou a sustentar o mercado.

Radiografia do mercado de trabalho em 2025:

  • Trabalhadores ocupados: O Brasil alcançou a marca histórica de 103 milhões de pessoas.

  • Carteira assinada: O contingente chegou a 38,9 milhões, o maior já registrado.

  • Informalidade: O setor por conta própria subiu 2,4%, somando 26,1 milhões de brasileiros.

  • Principais setores: O comércio lidera com 19,5 milhões de vagas, seguido pela administração pública.

Mesmo com desafios monetários, a taxa de desemprego no Brasil demonstra resiliência. O aumento do poder de compra e o controle inflacionário foram decisivos para este resultado recorde.

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Economia

Número de trabalhadores no agronegócio brasileiro bate recorde

Foto: Agência Brasil

 

Lavouras empregaram 28,2 milhões de pessoas em 2024 e responderam por 26% de toda a mão de obra ocupada no País

O número de trabalhadores no campo no Brasil bateu recorde em 2024, quando a População Ocupada (PO) no agronegócio brasileiro alcançou 28,2 milhões de pessoas, o maior desde o início da série histórica, em 2012. No ano passado, o setor respondeu por 26% da mão de obra no País. As informações são do boletim “Mercado de Trabalho do Agronegócio Brasileiro” da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) em parceria com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o boletim, no ano passado 28,2 milhões de pessoas estavam ocupadas no agronegócio, alta de 1% em 2024 em relação a 2023, o que representa 278 mil trabalhadores a mais na lavoura. O aumento foi impulsionado pelos segmentos de insumos, agroindústria e agrosserviços. Os rendimentos dessa população subiram 4,5% na comparação com 2023, 0,5% maior que o do mercado de trabalho geral, que foi de 4,%, informa o estudo.

Os números mostram, com clareza, o vigor e a evolução do agronegócio brasileiro. Ver o setor alcançar a marca histórica de 28,2 milhões de trabalhadores em 2024, com crescimento tanto em ocupação quanto em renda, é reflexo direto de uma cadeia cada vez mais moderna, integrada e eficiente”, afirma engenheira agrônoma, gerente de Marketing e Desenvolvimento Técnico da Ascenza Brasil, Patricia Cesarino.

 

A análise da mão de obra no campo mostra que o crescimento do agronegócio foi impulsionado por aumento no número de empregados, com e sem carteira assinada; maior participação de trabalhadores com nível educacional mais elevado, seguindo tendência histórica do setor; e aumento da presença feminina.

Segundo a engenheira agrônoma e gerente de Marketing da Ascenza, o aumento de postos de trabalho destaca o papel estratégico que empresas de agroquímicos e tecnologia agrícola desempenham na produtividade e sustentabilidade do campo, com soluções inteligentes e personalizadas para cada tamanho de negócio. “A maior presença de profissionais qualificados e mulheres no setor revela um agro mais diverso, inclusivo e preparado para os desafios do futuro”, alega

 

Modernização

Nos últimos anos, o agronegócio nacional passou por várias mudanças importantes. Houve uma modernização significativa, com a adoção de tecnologias como agricultura de precisão, uso de drones, sistemas de gestão e inovação em práticas sustentáveis. Isso fez com que a oferta de emprego também evoluísse, buscando profissionais mais qualificados, com conhecimentos em tecnologia, sustentabilidade e gestão.

As competências mais valorizadas hoje incluem habilidades técnicas relacionadas às novas tecnologias, capacidade de trabalhar com inovação, conhecimentos em sustentabilidade e gestão de recursos naturais. Além disso, habilidades como trabalho em equipe, adaptabilidade e capacidade de resolver problemas também são muito importantes.

Ambiente motivador

Para contratar a melhor mão de obra no campo, os produtores rurais devem investir em processos seletivos bem estruturados, valorizando a qualificação técnica e a experiência prática. É fundamental oferecer um ambiente de trabalho motivador, com oportunidades de crescimento e capacitação contínua para atrair e reter profissionais qualificados. Também é preciso adotar uma abordagem estratégica e humanizada, baseada em boas condições de trabalho, salário justo, benefícios e valorização.

Hoje em dia, a disponibilidade de mão de obra no campo está cada vez mais seletiva, desafio para o empregador e para o trabalhador. O trabalhador do campo também deve se modernizar, buscar conhecimento técnico, tecnológico e comportamental para se destacar e conquistar melhores oportunidades. Mostrar proatividade é um diferencial na hora da efetivação ou promoção.

 

Sobre a Ascenza

Multinacional referência nas soluções pós-patente, a Ascenza, do grupo Rovensa, atua na proteção de culturas desde 1965 com o objetivo de fornecer as melhores alternativas aos clientes, através de uma estreita relação com distribuidores, agricultores e técnicos, com a missão de ajudar a alimentar a população mundial crescente. A empresa está sempre desenvolvendo competências notáveis e inovando para apresentar as melhores soluções aos constantes desafios do mercado, com produtos de qualidade, personalizados para as diferentes lavouras. O nome Ascenza deriva da palavra latina ascendere, que significa ascender, crescer, subir, alinhado com nosso propósito de Cultivar o Futuro. Proximidade, simplicidade, agilidade e sustentabilidade são compromissos da empresa, que tem como pilares cuidar das plantas, das pessoas e do planeta. As soluções da empresa garantem uma dieta saudável e equilibrada à população mundial crescente, com respeito pelo planeta.

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Economia

Contratos de trabalho por hora em supermercados aumentam precarização

Agência Brasil ouviu pesquisadores e entidades trabalhistas
Rafael Cardoso – Repórter da Agência Brasil

Há uma semana, empresários do setor de supermercados reunidos em São Paulo disseram ter dificuldades para preencher 35 mil postos no estado.

Segundo eles, os jovens querem modernidade e flexibilidade. A solução seria adotar o regime de trabalho por hora, também chamado de intermitente.

Representantes sindicais e pesquisadores da área do trabalho ouvidos pela Agência Brasil discordam da proposta. Dizem que a mudança aumenta a precarização do trabalhador: há riscos de redução do salário e de perda de direitos trabalhistas.

Realidade atual

Uma constatação, a partir da matemática básica, é de que os salários médios oferecidos em supermercados são insuficientes para cobrir as despesas mensais.

O exemplo da vaga citada no início do texto oferece pouco mais de um salário mínimo – que é de R$ 1.518. Já o valor do mínimo com descontos previdenciários (INSS, 7,5% do bruto) é estimado em R$ 1.404.

Uma busca rápida por aluguel de apartamento no centro de Nova Iguaçu, onde o emprego é anunciado, custa a partir de R$ 900 para um imóvel de 50 metros quadrados (m²) e 1 quarto.

O custo de uma cesta básica considerada ideal para alimentação saudável é de R$ 432 por pessoa, segundo levantamento do Instituto Pacto Contra a Fome.

Despesa média de luz, segundo Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), fica entre R$ 100 e R$ 200 por domicílio.

Nesta estimativa rápida, a renda mensal fica comprometida em pelo menos R$ 1.432. Valor que já está acima do salário líquido.

Isso tudo sem levar em consideração outros itens comuns como plano de celular, internet residencial, itens de farmácia, cuidados pessoais como corte de cabelo, vestuário, educação e lazer.

“As pessoas que trabalham nessas condições enfrentam o endividamento ou precisam complementar a renda. Nesse último caso, por conta da escala 6×1, usam o único dia de folga no trabalho. É uma espiral de precarização”, analisa a doutora em Psicologia Social do Trabalho e professora na Universidade Federal Fluminense (UFF), Flávia Uchôa de Oliveira.

“Estou com uma pesquisa, ainda em desenvolvimento, que mostra a percepção desses trabalhadores sobre a escala 6×1. O que eu posso adiantar é que eles percebem essas condições como determinantes para o adoecimento físico e mental. É muito preocupante o número dos que usam medicamentos ansiolíticos, antidepressivos e analgésicos para suportar o dia a dia”, complementa.

Trabalho por hora

A modalidade de contrato intermitente foi inserida na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) pela reforma trabalhista de 2017. A descrição e as regras estão no Artigo 452-A.

Em 2024, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a constitucionalidade da nova modalidade.

No contrato de trabalho intermitente, o trabalhador tem vínculo formal com a empresa por meio da assinatura da carteira. Mas nem jornada, nem salário mensal são fixos.

O empregador decide quando convocar o funcionário para o trabalho. A remuneração é calculada de acordo com as horas trabalhadas.

Direitos trabalhistas – como férias, 13º salário, FGTS, INSS e outros benefícios – são proporcionais ao tempo trabalhado.

Todas as profissões e atividades podem ser enquadradas nesse modelo de contrato. A exceção são os aeronautas, regidos por legislação própria.

A doutora em Economia e membro do Centro de Estudos, Pesquisas e Projetos Econômico-sociais (Cepes), da Universidade Federal de Uberlândia, Alanna Santos de Oliveira, entende que o contrato por hora fragiliza o trabalhador: ele fica sujeito à convocação do empregador, sem previsibilidade, jornada e rendimentos mínimos garantidos.

“Para um trabalhador intermitente ganhar mais do que um não intermitente ele teria que assumir pelo menos três contrato em média, o que é muito difícil de ocorrer. É uma modalidade que teve baixíssimo engajamento no Brasil. E, apesar do discurso de que possa assumir vários contratos ao mesmo tempo, o trabalhador precisa estar disponível em algum momento”, diz Oliveira.

Além da questão econômica, a intermitência pode gerar um risco de vulnerabilidade social.

“Não há garantia de que o trabalhador vá conseguir alcançar o mínimo mensal exigido pelo INSS. Ele teria que fazer aportes para complementar esse mínimo. Em outros casos, nem teria essa prerrogativa, como o seguro desemprego e o abono salarial. A previsibilidade compromete ainda o orçamento do trabalhador e o planejamento econômico. Como fica à espera de ser convocado e não sabe quantas horas vai trabalhar, não sabe quanto vai ganhar”, explica Oliveira.

Precarização

Mesmo regulamentado por lei e reforçado como constitucional pelo STF, o contrato de trabalho intermitente é visto como precarizado pelos pesquisadores. A economista da UFU explica o porquê dessa caracterização negativa.

“A ideia de precarização está relacionada com insegurança, instabilidade, baixas remunerações, proteção social limitada, direitos trabalhistas reduzidos, imprevisibilidade de rendimento, acesso limitado à seguridade social, dificuldade de organização sindical e negociação coletiva”, diz Allana Oliveira.

“Por isso, entendo que a intermitência é uma forma de precarização do trabalho”.

A psicóloga social do trabalho da UFF destaca armadilhas por trás dos discursos que defendem “flexibilização”, “modernização” e “empreendedorismo”. Segundo ela, são termos com sentido vago empregados para favorecer a desregulamentação do trabalho e a retirada de direitos.

“A juventude se encontra em uma grande encruzilhada da precariedade. Uma das vias é a de fragilização do emprego regulado, à beira de se tornar um ‘horista’. A outra é a ideia de arriscarem tudo no empreendedorismo. Não estamos falando de grandes empreendedores que conseguem crédito dos bancos, investimento, planejamento, especialização e qualificação para fazer o seu negócio. E sim de trabalhadores, a maioria da população brasileira, que vão encontrar formas de ‘empreender’ muito precárias. Esses jovens são incitados a escolher entre dois projetos de sociedade que não fazem sentido”, diz Flávia Uchôa de Oliveira.

Fim da escala 6×1

Entidades que representam os trabalhadores do comércio, o que inclui o setor de supermercados, são enfaticamente contrárias à aplicação do contrato de trabalho por hora.

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), Luiz Carlos Motta, reforça que a bandeira da categoria é a redução da jornada semanal de trabalho, ou seja, sem redução salarial.

“Acabar com a escala 6×1 é [medida] bem-vinda principalmente para trazer qualidade de vida às trabalhadoras e aos trabalhadores, que a ela estão submetidos. Os setores onde essa escala poderá ser adotada, se aprovada, tendem a ganhar em produtividade, uma vez que os trabalhadores vão trabalhar mais motivados. Com o fim da escala 6×1 todos ganham”, diz Motta.

Presidente do Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro e diretor da Central das Trabalhadoras e Trabalhadores do Brasil (CTB), Márcio Ayer diz que a escala de trabalho intermitente torna o trabalhador refém da empresa, com o risco de receber menos que um salário mínimo ao fim do mês.

Brasília (DF), 20/05/2025 - Márcio Ayer, diretor da Central das Trabalhadoras e Trabalhadores do Brasil (CTB). Trabalho por hora em supermercado aumenta precarização. Foto: Márcio Ayer/Arquivo pessoal
Márcio Ayer, diretor da Central das Trabalhadoras e Trabalhadores do Brasil (CTB) – Márcio Ayer/Arquivo pessoal

“A juventude trabalhadora não aguenta mais a escravidão moderna da escala 6×1. Não suporta mais receber um salário de fome, pouco acima do mínimo – como os pisos miseráveis dos supermercados – para trabalhar dez horas por dia, incluindo horas extras, e ainda enfrentar um transporte público caótico”, diz Ayer.

“A juventude quer trabalhar com dignidade: ter a oportunidade de estudar, ter tempo de qualidade para a família e os amigos, para o lazer e para o descanso. Precisamos valorizar quem leva nas costas a economia deste país”, complementa.

A argumentação de que o país poderia quebrar e de que os empresários teriam prejuízos grandes com o fim da escala 6×1 não levam em conta as questões sociais do bem estar, os efeitos na produtividade e não teriam respaldo nos números.

“Ano passado, os supermercados cresceram quase o dobro do que cresceu a economia brasileira. O PIB cresceu 3,4%. Os supermercados cresceram cerca de 6,5%. Claro, não estamos falando dos pequenos mercados que estão sendo absorvidos ou expulsos do setor, mas das grandes redes”, contextualiza Allana.

“Nesse caso, justificativas de prejuízos ou dificuldades nas contas em função da redução da jornada são pouco razoáveis, considerando que esse setor que tem perspectiva de movimentação ainda maior esse ano”, conclui.

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Economia

Geração Z já representa 48% dos jovens economicamente ativos no Brasil, aponta IBGE

Igor Moreira, CEO da EvoEstágios, destaca o papel dessa geração no mercado e reforça a importância de processos de recrutamento que valorizam o potencial dos jovens

 

A Geração Z tem transformado o mercado de trabalho. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), essa geração representa 32% da população mundial. No Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são 47 milhões de pessoas entre 15 e 29 anos, e 48% já estão economicamente ativas. Entre eles, muitos ingressam nas empresas por meio de programas de estágio. Para Igor Moreira, CEO da EvoEstágios e especialista em gestão e recrutamento, o protagonismo da geração é cada vez mais evidente no mercado de trabalho e a presença desses jovens é estratégica para as empresas, já que eles têm muita ambição e uma mentalidade inovadora.

Segundo Igor Moreira, o estágio é um modelo de contratação importante para o desenvolvimento de habilidades técnicas e comportamentais em um ambiente corporativo.

“O estágio é uma das principais portas de entrada para o mercado de trabalho, especialmente para os jovens da Geração Z. Essa geração se destaca por uma facilidade natural com tecnologia. Eles aprenderam a mexer em dispositivos desde muito cedo e têm rápida adaptação a softwares e ferramentas digitais. Isso agrega muito valor para as empresas que buscam inovação e agilidade”, afirma o especialista.

Além da afinidade com tecnologia, o espírito empreendedor é outra característica marcante dessa geração. “Mesmo como estagiários, muitos demonstram um pensamento de dono, o que fortalece o conceito de intraempreendedorismo dentro das empresas. É uma geração ambiciosa, que quer crescer rápido e busca constantemente se desenvolver, embora seja necessário dosar a ansiedade por resultados imediatos”, explica Igor.

Para as empresas, o especialista destaca que é preciso estar atentas ao que os jovens esperam de um ambiente de trabalho. “A Geração Z valoriza empresas com propósito claro e causas sociais bem definidas. Não se trata apenas de salário. Eles querem ver o impacto do seu trabalho na sociedade. Quanto mais clara for a cultura organizacional, mais engajados eles estarão”, afirma.

Essa conexão entre o perfil do jovem e as necessidades da empresa é o que direciona o trabalho da EvoEstágios. A agência atua com um modelo de recrutamento que vai além do simples envio de currículos. “Nosso processo começa com uma consultoria junto à empresa sobre o mercado de trabalho. Antes mesmo de divulgar a vaga, ouvimos os gestores para entender não apenas o cargo, mas o contexto e os objetivos da contratação. Isso permite uma entrega mais assertiva, tanto em habilidades técnicas quanto comportamentais”, destaca Igor Moreira.

Do outro lado do processo, o cuidado com o jovem também é prioridade. “É importante tratar o candidato com respeito e oferecer uma devolutiva individual. Mesmo que ele não seja selecionado, é positivo dar orientações para os próximos passos, como dicas para melhorar o currículo, se preparar para entrevistas ou buscar cursos complementares. O objetivo do recrutador deve ser ajudar o jovem a crescer, mesmo fora da vaga atual”, enfatiza.

Para Igor, o papel da empresa não termina com a contratação. Integrar, desenvolver e lapidar o talento são responsabilidades dos líderes e gestores.

“Nenhuma organização é formada só por veteranos ou só por novatos. É preciso haver mescla. E cabe aos profissionais mais experientes orientar os jovens, independentemente da geração. Isso garante a continuidade do conhecimento e o fortalecimento do time como um todo”, conclui o especialista.

 

EvoEstágios

A EvoEstágios é uma franquia associada à Associação Brasileira de Franchising (ABF), especializada na seleção, gestão de estagiários e no recrutamento para vagas efetivas. Em 2021, foi destaque na revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios como uma das melhores opções de franquia para trabalhar em casa. Com 190 unidades distribuídas em 17 estados e no Distrito Federal, a rede está presente em todo o Brasil. Seu sistema de autogestão torna o processo de contratação mais ágil, simplificado e assertivo, garantindo soluções eficientes tanto para empresas quanto para candidatos. Com mais de 30 mil estagiários contratados desde 2020, a Evo conecta talentos a empresas de forma humanizada, eficiente e alinhada às necessidades do mercado. Saiba mais em https://evoestagios.com.br/

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Valinhos

Valinhos se une para fortalecer economia com geração de empregos e qualificação profissional

Reunião estratégica entre Prefeitura, empresários e Sebrae define ações para impulsionar desenvolvimento local e inclusão social

A Prefeitura de Valinhos, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, realizou no último dia 10, uma reunião estratégica para debater iniciativas voltadas à geração de empregos, qualificação profissional e fortalecimento da economia local. O encontro reuniu autoridades, representantes do setor empresarial e instituições de apoio, reafirmando o compromisso com a inclusão social, o bem-estar das famílias e o desenvolvimento sustentável da cidade.

Participaram da reunião o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Erwin Franieck; o diretor de Indústria e Comércio, Luiz Henrique Almeida Diniz; o coordenador do Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT), Márcio Antônio de Araújo; além de Vando Silva, representante da empresa Fratinati; e a secretária da Mulher e da Família, Dalva Berto. Também esteve presente Vinicius Villela, representante do SEBRAE Valinhos, que trouxe contribuições sobre o apoio às pequenas e médias empresas no processo de capacitação e geração de empregos.

Durante o encontro, foram discutidos projetos que visam fortalecer a indústria local, ampliar oportunidades para trabalhadores e melhorar a qualificação da mão de obra. A empresa Fratinati foi destacada como uma importante parceira no desenvolvimento econômico da cidade, pelo seu papel no setor industrial.

“Nosso compromisso é impulsionar a economia local por meio da qualificação profissional e da geração de empregos. Parcerias estratégicas como essa fortalecem a cidade e proporcionam mais oportunidades para os trabalhadores valinhenses”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Erwin.

Outro ponto de destaque foi a importância da inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade no mercado de trabalho. A secretaria da Mulher e da Família reforçou a necessidade de iniciativas voltadas à capacitação e inserção dessas pessoas, garantindo um crescimento econômico mais equitativo e proporcionando maior estabilidade para as famílias.

“A inclusão social é um pilar fundamental para o crescimento da nossa cidade. Ao oferecer qualificação e oportunidades para quem mais precisa, estamos garantindo um futuro melhor para as famílias de Valinhos”, destacou a secretária Dalva Berto.

A parceria entre o setor público, empresários e entidades de apoio se mostra essencial para a construção de um ambiente econômico mais sólido, inclusivo e sustentável. Com o alinhamento dessas estratégias, a expectativa é que novas oportunidades de emprego e qualificação sejam criadas, impulsionando a economia local e promovendo o bem-estar da população.

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Terceiro Setor

AEVAL celebra 54 anos do Patrulheiro e reforça compromisso com a formação de jovens

A parceria entre a AEVAL e o Círculo de Amigos do Patrulheiro demonstra o compromisso com a formação de jovens talentos e o desenvolvimento da região

A Associação dos Empresários de Valinhos (AEVAL), sob a liderança de Adriana Matteelli, participou de um evento realizado pelo Círculo de Amigos do Patrulheiro de Valinhos, no último dia 8 de novembro, a sede da FEAV (Fórum das Entidades Assistenciais de Valinhos) da palestra com Max Gehringer, renomado especialista em gestão, evento que celebrou os 54 anos de atuação do Patrulheiro.

Antes da palestra, Erwin Franieck, presidente do Círculo de Amigos do Patrulheiro, apresentou o trabalho transformador da entidade, que já preparou cerca de 22 mil jovens para o mercado de trabalho como aprendizes. Durante seu discurso, Erwin enfatizou a importância de abrir portas para os jovens: “Temos meninos e meninas talentosos prontos para novas oportunidades. Estamos à disposição para atender as empresas que desejarem contribuir.”

Adriana Matteelli, também CEO da Rom Master Polímeros e Pigmentos, destacou sua admiração pelo impacto do Patrulheiro na formação profissional dos jovens e lançou um apelo aos empresários: “Precisamos fortalecer parcerias. Há uma escassez de mão de obra qualificada, e esta é uma oportunidade para integrar esses jovens talentosos ao mercado de trabalho.”

Max Gehringer trouxe um tom motivador à ocasião, abordando o tema “O 1º Emprego tem o poder de incitar uma carreira brilhante”. Com histórias marcantes de sua trajetória e um toque de humor, ele incentivou os jovens a iniciarem cedo no mercado e ressaltou a importância da educação técnica: O Brasil precisa de profissionais técnicos capacitados para crescer e prosperar. Incentivem os jovens a investirem nesse caminho.”

Adriana concluiu deixando uma mensagem direta aos empresários de Valinhos e região:
“Vamos valorizar esse trabalho de décadas e, dentro das possibilidades, abrir nossas portas para os jovens preparados pelo Círculo de Amigos do Patrulheiro. Juntos, podemos transformar vidas e fortalecer nossa comunidade.”

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Terceiro Setor

Mais uma turma se prepara no Patrulheiro para ingressar no mercado de trabalho

O Círculo de Amigos do Patrulheiro de Valinhos deu início no dia 9 de abril último a mais uma capacitação de jovens para o desenvolvimento, visando a conquista de oportunidade para o mercado de trabalho na cidade de Valinhos. E já neste início de atividades, os jovens tiveram um encontro com a educadora social Rita Correia, sobre o incentivo do hábito de leitura na biblioteca dos Patrulheiros.

A capacitação tem a duração de três meses e neste período, os jovens são preparados por educadores sociais, psicólogos, assistente social e outros profissionais para que consigam se desenvolver no âmbito pessoal e profissional e assim terão mais chances e oportunidade e contratação como jovem aprendiz na indústria, comércio e prestadores de serviço. A capacitação abrange cursos de informática e comportamento corporativo, exatas, direitos e deveres de cidadão, rotinas administrativas e afins.

Esta preparação é destinada a jovens de 16 a 22 anos, que deverão estar matriculados e estudando com frequência ativa nas escolas que estão cursando.

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