INVESTIMENTOS

Economia

Governo de SP anuncia R$ 1,4 bi em investimentos para a região de Campinas

Entre as entregas realizadas na região, estão 21 viaturas para a Polícia Militar. Foto: Divulgação/Governo de SP

Pacote de entregas e anúncios contempla áreas como saúde, educação, habitação, infraestrutura, segurança e agricultura, além de convênios com 90 municípios que somam R$ 340 milhões

O Governo de São Paulo oficializou nesta quinta-feira, dia 9, um dos maiores pacotes de investimento da história da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Durante a abertura da Caravana 3D, o governador Tarcísio de Freitas apresentou um montante de R$ 1,4 bilhão destinado a obras e serviços em 90 municípios. O anúncio reforça o diálogo entre o estado e as prefeituras para acelerar projetos de saúde, segurança e infraestrutura.

Dentro das ações de desenvolvimento social e inclusão, Valinhos foi contemplada diretamente com a instalação de uma academia adaptada para pessoas com deficiência (PcD). A iniciativa visa garantir que o cidadão valinhense com mobilidade reduzida tenha acesso gratuito a equipamentos de atividade física projetados para as suas necessidades, promovendo saúde e ocupação dos espaços públicos de forma digna.

Além do equipamento esportivo, a cidade de Valinhos será impactada positivamente por dois grandes eixos do pacote regional:

  • Saúde em Rede: O novo Hospital Metropolitano de Campinas (investimento de R$ 553 milhões) servirá como a principal retaguarda de alta complexidade para os moradores de Valinhos, oferecendo especialidades como oncologia e neurocirurgia que hoje sobrecarregam o sistema local.

  • Logística e Mobilidade: A duplicação da Rodovia Miguel Melhado de Campos (SP-324), com entrega marcada para este sábado (11), melhora o acesso logístico de Valinhos ao Aeroporto de Viracopos, facilitando o transporte de passageiros e cargas.

O pacote estadual é abrangente e atende a diversas frentes prioritárias para os municípios vizinhos:

  • Infraestrutura Urbana: R$ 340 milhões destinados a 97 convênios para pavimentação e reformas.

  • Segurança Pública: Entrega de 21 novas viaturas para a Polícia Militar, reforçando o patrulhamento nos batalhões que atendem a região de Campinas e Valinhos.

  • Habitação: R$ 68,8 milhões para novas moradias e regularização fundiária em cidades como Vinhedo e Hortolândia.

  • Agricultura: R$ 50 milhões para o setor agropecuário, com foco em inovação tecnológica.

“A ideia é reconhecer o esforço que cada cidade vem fazendo e fortalecer cada área. É ótimo ver o quanto esses convênios significam para os municípios da RMC”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas.

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RMC

Governador Tarcísio sinaliza sobre andamento de obras estratégicas para Campinas

Crédit Rogerio Capela/ PMC

Durante encontro em Paulínia, prefeito Dário Saadi conversou com Tarcísio de Freitas sobre os investimentos que impactam na cidade

O prefeito Dário Saadi encontrou com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, na tarde deste sábado, 7 de março, durante entrega da estação de tratamento de esgoto em Paulínia. Os dois conversaram sobre os investimentos em infraestrutura que impactam diretamente Campinas.

“O governador está trazendo obras importantes de infraestrutura, que Campinas esperava há décadas, como o Hospital Metropolitano, o Trem Intercidades, as represas de Pedreira e Amparo, que vão garantir 100% de segurança hídrica para Campinas, e a duplicação da rodovia Miguel Melhado, que passa pela região do Campo Belo”, destacou o prefeito Dário Saadi. O governador de São Paulo apontou como está o andamento das obras que beneficiam Campinas.

Hospital Metropolitano

“O governador sinalizou que a documentação para a construção do Hospital Metropolitano está correta, tanto do Estado, quanto do terreno, que é da Prefeitura, e a licitação será lançada nas próximas semanas”, destacou o prefeito Dário.  

O Hospital Metropolitano será construído pelo Estado em um área doada pela Prefeitura de Campinas de quase 35 mil metros quadrados, no Parque Itália, região em que ficam o Hospital Municipal Dr. Mário Gatti e o Mário Gattinho; o Ambulatório Médico de Especialidades (AME), unidade de saúde do Estado; o Centro de Referência de Assistência Integral à Mulher (Craim), o Hospital da Mulher; o Centro de Diagnóstico de Imagens e o Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (AD) Sudoeste.

A previsão é de que o hospital, com cerca de 400 leitos, agilize o atendimento aos pacientes da região de Campinas.

Trem Intercidades

Sobre o Trem Intercidades, que vai ligar Campinas e São Paulo com mais rapidez e tecnologia, o governador Tarcísio de Freitas apontou que a obra está prevista para ter início neste mês de março.

Rodovia Engenheiro Miguel Melhado

Sobre a duplicação da rodovia Miguel Melhado, que passa pela região do Campo Belo, Sul de Campinas, o governador Tarcísio de Freitas disse ao prefeito Dário que está pronta e será inaugurada em breve.

A rodovia Miguel Melhado é considerada estratégica para o fluxo de veículos em Campinas e região, porque dá acesso ao Aeroporto de Viracopos, aos bairros, e faz a conexão entre as rodovias Anhanguera e Santos Dumont.
Represas de Amparo e Pedreira

As obras dos reservatórios de Pedreira e Amparo, que vão garantir segurança hídrica para Campinas, serão concluídas no segundo semestre deste ano, de acordo com o governador de São Paulo. “As represas vão ser concluídas no segundo semestre, tem um período para que se encham de água, cerca de 90 bilhões de litros de reservação. Campinas vai ter garantia de segurança hídrica, não vamos depender só do sistema Cantareira, por meio do rio Atibaia”, afirmou o prefeito Dário.

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Economia

Mercado imobiliário dos EUA em 2026 exige planejamento de brasileiros

Especialista alerta para cenário mais seletivo e importância da estruturação tributária para garantir retorno em dólar; projeção de crescimento é de 14%

O mercado imobiliário dos Estados Unidos inicia 2026 em um momento de normalização, abrindo janelas de oportunidade para investidores brasileiros que buscam segurança em moeda forte. De acordo com a National Association of Realtors (NAR), a expectativa é que as vendas de imóveis cresçam cerca de 14% ao longo do ano, refletindo uma oferta mais equilibrada após períodos de forte valorização.

O diferencial da escolha correta

Para o advogado tributarista e especialista em investimentos internacionais, André Peniche, o segredo do sucesso em 2026 não será apenas o preço de compra, mas a qualidade do ativo e a estratégia jurídica.

“Investidores bem-sucedidos serão os que escolheram o ativo certo, na jurisdição certa, com planejamento adequado. Ter visão de médio e longo prazo e gestão eficiente será o diferencial neste ano mais seletivo”, afirma Peniche.

Atenção às regras tributárias (FIRPTA)

O especialista faz um alerta importante sobre o campo jurídico. Investir nos EUA exige considerar impostos federais e estaduais sobre aluguéis e ganhos de capital. Um ponto crítico para brasileiros é o FIRPTA, lei americana que exige a retenção de até 15% do valor bruto na venda de imóveis por não residentes.

A escolha do “veículo de investimento” (como abrir uma empresa nos EUA ou investir como pessoa física) influencia diretamente o retorno líquido. Segundo Peniche, o mercado atual premiará quem combina análise de ciclo econômico com disciplina tributária para transformar o imóvel em um ativo sólido e sustentável.

Sobre André Peniche

André Peniche, com mais de 20 anos de experiência no mercado, é sócio-fundador da Murta Peniche Sociedade de Advogados, liderando as áreas de planejamento tributário e investimentos. Com passagens por grandes instituições financeiras e empresas, André se destaca pela sua expertise em otimização fiscal e pela atuação no mercado global, com foco em investimentos internacionais e expansão de negócios. Além disso, é Introducing Broker e Money Manager para o Swissquote Bank, oferecendo soluções inovadoras no setor financeiro.

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Economia

Cenário nos EUA cria boa oportunidade para investir no exterior

Banco de imagens: Canva

Ambiente econômico estimula diversificação, mas demanda estruturas sólidas para proteger ativos no exterior

A queda recente do dólar frente ao real, somada ao ciclo de cortes de juros nos Estados Unidos, tem ampliado o interesse de investidores brasileiros por ativos internacionais. Em paralelo, o Ibovespa vem renovando topos históricos, impulsionado pela entrada de capital estrangeiro e pela melhora das condições macroeconômicas globais, criando um cenário estratégico para quem deseja diversificar portfólio, dolarizar patrimônio ou investir no mercado imobiliário americano.

Segundo o International Debt Statistics 2024, divulgado pelo Banco Mundial, períodos de enfraquecimento do dólar tendem a direcionar mais capital para economias emergentes, e o Brasil tem sido um dos principais destinos desse movimento. A combinação entre fluxo estrangeiro, fundamentos domésticos mais sólidos e maior apetite por risco contribuiu para o fortalecimento do real nas últimas semanas.

Segundo André Peniche, advogado tributarista e especialista em investimentos internacionais, o comportamento atual da moeda americana reflete um conjunto de fatores internos e externos, que criam um ambiente favorável para quem pensa em internacionalizar patrimônio.

“Hoje nós estamos vendo o dólar em um patamar menos pressionado, em torno de R$ 5,27, resultado de uma combinação de fatores externos e internos. Do lado internacional, o principal vetor é a perspectiva de ciclo de corte de juros nos Estados Unidos. Quando o Federal Reserve sinaliza que os juros norte-americanos podem cair, os títulos do Tesouro americano ficam relativamente menos atraentes, o apetite por risco global aumenta e parte desse capital migra para mercados emergentes, como o Brasil”, diz o advogado.

Um levantamento recente da National Association of Realtors (NAR) mostra que o volume de imóveis adquiridos por estrangeiros nos Estados Unidos voltou a crescer em 2024, registrando alta em estados como Flórida, Texas e Califórnia, regiões historicamente procuradas por brasileiros. A pesquisa também indica tendência de valorização de imóveis residenciais e comerciais em áreas metropolitanas, favorecendo quem busca renda de aluguel ou aquisição com potencial de ganho de capital no médio prazo.

Parte dos efeitos da movimentação também se reflete na Bolsa brasileira. De acordo com Andreia S. Costa, advogada especialista em investimentos internacionais, a queda do dólar traz impacto direto sobre o apetite do investidor estrangeiro. “Quando o dólar se desvaloriza, ativos brasileiros ficam relativamente mais baratos para o investidor internacional, o que aumenta o interesse por ações negociadas na B3, especialmente em setores como commodities, bancos e consumo interno.”

Para Peniche, o movimento é positivo, mas exige preparação jurídica e tributária adequada.

“A melhoria de percepção sobre o Brasil ajuda o câmbio, e o câmbio mais estável facilita o retorno do investidor estrangeiro para a Bolsa. Com o dólar menos volátil, o risco de perda cambial diminui, e muitos papéis brasileiros seguem baratos quando convertidos para dólares. Esse movimento de entrada de capital estrangeiro é justamente o que tem ajudado a sustentar o Ibovespa em patamares elevados.”

Além do impacto sobre o mercado acionário, o momento também abre espaço para estratégias de diversificação internacional por parte de brasileiros. Segundo Andreia S. Costa, o real mais forte favorece o planejamento global. “O câmbio atual reduz o custo para alocar capital no exterior, seja em ações, ETFs ou no mercado imobiliário americano, permitindo que o investidor monte uma carteira internacional com menor impacto cambial inicial.”

A decisão entre investir no Brasil ou no exterior deve considerar objetivos patrimoniais de longo prazo, proteção cambial e diversificação. Em um contexto de dólar mais baixo, juros americanos em trajetória de queda e mercado imobiliário dos EUA aquecido, o investimento internacional tende a oferecer maior eficiência tributária, redução de riscos e ampliação da exposição global, especialmente quando estruturado de forma adequada do ponto de vista jurídico e fiscal.

Peniche reforça que o momento exige não apenas atenção às condições econômicas, mas também preparo técnico para investir fora do país.

“O investidor precisa olhar para o patrimônio como um organismo global. O câmbio oportuno, somado à possibilidade de comprar ativos internacionais com desconto relativo e ao ambiente de juros mais baixos nos EUA, cria uma janela privilegiada para dolarizar parte da carteira. Com planejamento jurídico e tributário adequado, é possível transformar o cenário atual em uma estratégia sólida de proteção, crescimento e longevidade patrimonial”, conclui.

 

Sobre André Peniche

André Peniche, com mais de 20 anos de experiência no mercado, é sócio-fundador da Murta Peniche Sociedade de Advogados, liderando as áreas de planejamento tributário e investimentos. Com passagens por grandes instituições financeiras e empresas, André se destaca pela sua expertise em otimização fiscal e pela atuação no mercado global, com foco em investimentos internacionais e expansão de negócios. Além disso, é Introducing Broker e Money Manager para o Swissquote Bank, oferecendo soluções inovadoras no setor financeiro.

 

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Economia

Contas externas têm saldo negativo de US$ 5,1 bilhões em outubro

© Marcello Casal JrAgência Brasil
Investimentos diretos no país somaram US$ 10,9 bilhões
Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil
As contas externas do Brasil tiveram saldo negativo de US$ 5,121 bilhões em outubro, informou nesta terça-feira, dia 25, o Banco Central (BC). No mesmo mês de 2024, o déficit foi de US$ 7,387 bilhões nas transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda com outros países.

A melhora na comparação interanual é resultado da alta de US$ 3 bilhões no superávit comercial. Em contrapartida, houve aumento de US$ 838 milhões no déficit em renda primária, que contabiliza o pagamento de juros e lucros, além de dividendos de empresas. Já os resultados em renda secundária e em serviços permaneceram estáveis.

Nos 12 meses encerrados em outubro, o déficit em transações correntes somou US$ 76,727 bilhões, o que corresponde a 3,48% do Produto Interno Bruto (PIB – soma dos bens e serviços produzidos no país). Em relação ao período equivalente terminado em outubro de 2024, houve aumento no déficit; naquele mês, o resultado em 12 meses foi negativo em US$ 57,341 bilhões, ou 2,57% do PIB.

De acordo com o BC, as transações correntes têm cenário bastante robusto e vinham com tendência de redução nos déficits em 12 meses, o que se inverteu a partir de março de 2024. Ainda assim, o déficit externo está financiado por capitais de longo prazo, principalmente pelos investimentos diretos no país, que têm fluxos e estoques de boa qualidade.

Balança comercial e serviços

As exportações de bens totalizaram US$ 32,111 bilhões em outubro, com aumento de 8,9% em relação a igual mês de 2024. Enquanto isso, as importações chegaram a US$ 25,941 bilhões, com redução de 1,3% na comparação com outubro do ano passado.

Com os resultados de exportações e importações, a balança comercial fechou com superávit de US$ 6,170 bilhões no mês passado, ante o saldo positivo de US$ 3,189 bilhões em outubro de 2024.

O déficit na conta de serviços – viagens internacionais, transporte, aluguel de equipamentos e seguros, entre outros – atingiu US$ 4,372 bilhões no mês passado, ante os US$ 4,416 bilhões em igual período de 2024.

Houve alta de 142% nas despesas líquidas com serviços de telecomunicação, computação e informações, totalizando US$ 591 milhões, e de 35,6% em serviços de propriedade intelectual, ligados a plataformas de streaming, para US$ 995 milhões. As despesas líquidas de transportes diminuíram 18,5%, somando US$ 1,3 bilhão, refletindo a queda nas importações.

No caso das viagens internacionais, o déficit na conta fechou em US$ 1,343 bilhão, 14,5% acima do registrado em outubro de 2024. Isso é resultado da redução de 3,8% (total de US$ 573 milhões) nas receitas – que são os gastos de estrangeiros em viagem ao Brasil – e de aumento de 8,3% nas despesas de brasileiros no exterior, para US$ 1,916 bilhão.

Rendas

Em outubro de 2025, o déficit em renda primária – lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários – chegou a US$ 7,429 bilhões, 12,7% acima do registrado em outubro do ano passado, de US$ 6,590 bilhões. Normalmente, essa conta é deficitária, já que há mais investimentos de estrangeiros no Brasil – e eles remetem os lucros para fora do país – do que de brasileiros no exterior.

A conta de renda secundária – gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens – teve resultado positivo de US$ 510 milhões no mês passado, contra superávit US$ 430 milhões em outubro de 2024.

Financiamento

Os investimentos diretos no país (IDP) somaram US$ 10,937 bilhões em outubro deste ano, ante US$ 6,698 bilhões em igual mês de 2024. Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor produtivo e costumam ser investimentos de longo prazo.

O IDP acumulado em 12 meses totalizou US$ 80,081 bilhões (3,63% do PIB) em outubro, ante US$ 75,843 bilhões (3,46% do PIB) no mês anterior e US$ 72,943 bilhões (3,27% do PIB) no período encerrado em outubro de 2024.

No caso dos investimentos em carteira no mercado doméstico, houve entrada líquida de US$ 3,213 bilhões em outubro, composta por entradas líquidas de US$ 2,452 bilhões em títulos da dívida e de US$ 761 milhões em ações e fundos de investimento. Nos 12 meses encerrados em outubro, os investimentos em carteira no mercado doméstico somaram ingressos líquidas de US$ 6,3 bilhões.

O estoque de reservas internacionais atingiu US$ 357,103 bilhões em outubro, aumento de US$ 521 milhões em comparação ao mês anterior.

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Brasil e Mundo

Lula anuncia R$ 9,7 bilhões para o transporte público

© Ricardo Stuckert/PR
Investimentos fazem parte do Novo PAC Seleções
Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta sexta-feira, dia 29, um investimento de R$ 9,7 bilhões no transporte público brasileiro. O anúncio ocorreu em um evento em Contagem, Minas Gerais, onde o presidente divulgou os projetos pré-selecionados para o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC Seleções) de 2025.

Lula descreveu o investimento como o “começo da colheita” de políticas públicas implementadas nos primeiros anos de seu governo. O Novo PAC é voltado para projetos prioritários apresentados por estados e municípios, e a lista completa dos projetos contemplados já está disponível no site da Casa Civil. É importante mencionar, inclusive, que o programa continua aberto para o envio de novas propostas.

A linha Mobilidade Grandes e Médias Cidades habilitou 28 propostas em 12 estados, com um potencial de financiamento de até R$ 5 bilhões para o setor público e R$ 1 bilhão para o setor privado. Os investimentos incluem projetos de BRT, metrô, VLT, corredores exclusivos, terminais, ciclovias e sistemas de transporte inteligente.

Já o Refrota Setor Público, que foca na renovação de frotas, habilitou 12 propostas, que podem alcançar R$ 1,27 bilhão, e 71 propostas do setor privado, no valor de R$ 2,47 bilhões. Essa linha visa modernizar o transporte com ônibus elétricos, veículos com padrão Euro 6, material rodante para trilhos e barcos.

Após a pré-seleção, os proponentes precisam apresentar a documentação técnica aos agentes financeiros para análise de viabilidade. Uma vez validadas, as propostas passam para a etapa final de seleção, que será divulgada pelo Ministério das Cidades.

Os financiamentos do Novo PAC têm condições especiais, com juros anuais de 5,5% para sistemas sobre trilhos e 6% para os demais. Os prazos de amortização podem chegar a 30 anos para transporte sobre trilhos, com uma carência de até 48 meses.

Ainda em Contagem, Lula entregou um trecho da Avenida Maracanã, que foi revitalizada e agora se chama Avenida Prefeito Newton Cardoso. O trecho de 2 quilômetros faz parte de um conjunto de obras de macrodrenagem e mobilidade que somam R$ 270 milhões. A obra total, por sua vez, prevê a implantação de 4,5 quilômetros de corredor de mobilidade, com duas pistas, ciclovia, pontes e viadutos.

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Economia

Montadoras tentam influenciar governo em disputa por mercado no Brasil

© Arquivo/Agência Brasil
Toyota, General Motors, Volkswagem e Stellantis se opõem a BYD
Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil
Uma disputa pelo mercado brasileiro entre as principais montadoras de carros que atuam no país colocou, de um lado, a fabricante chinesa BYD, com presença cada vez maior no Brasil, contra as montadoras Toyota, General Motors, Volkswagem e Stellantis.

Nesta semana, essas montadoras representadas pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), com mais de sete décadas de atuação no Brasil, divulgaram carta enviada, ainda em junho, para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

As empresas alegam que investimentos e empregos estariam em risco caso o governo acolha a um pleito da fabricante chinesa para reduzir, temporariamente, a tarifa para importação de carros desmontados de veículos elétricos ou híbridos.

“Ao contrário do que querem fazer crer, a importação de conjuntos de partes de peças não será uma etapa de transição para um novo modelo de industrialização, mas representará um padrão operacional que tenderá a se consolidar e prevalecer, reduzindo a abrangência do processo produtivo nacional”, diz a carta enviada a Lula e divulgada em uma rede social pelo presidente da Volkswagem, Ciro Possobom. 

A carta destacou que a indústria planeja investir R$ 180 bilhões nos próximos anos. “Esse ciclo virtuoso de fortalecimento da indústria nacional será colocado em risco e sofrerá forte abalo se for aprovado o incentivo à importação de veículos desmontados para serem acabados no país”, diz ainda a carta.

Em nota encaminhada à Agência Brasil, a fabricante chinesa BYD disse que a posição das montadoras da Anfavea é uma reação contra a inovação e a abertura do mercado do Brasil.

“É uma espécie de chantagem emocional com verniz corporativo, repetida há décadas pelos barões da indústria para proteger um modelo de negócio que deixou o consumidor brasileiro como último da fila da modernidade. A ironia é que enquanto as cartas se empilham em Brasília, os consumidores já tomaram sua decisão”, provocou a companhia.

Ainda segundo a BYD, o que as concorrentes chamam de prática desleal é apenas concorrência. “Agora, chega uma empresa chinesa que acelera fábrica, baixa preço e coloca carro elétrico na garagem da classe média, e os dinossauros surtam”, completou.

Camex

O Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligado ao Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), discute nesta quarta-feira (30), em reunião extraordinária, os pleitos das montadoras.

De um lado, as montadoras tradicionais reunidas em torno da Anfavea querem antecipar, de 2028 para 2026, a elevação das tarifas de importação para carros elétricos desmontados, o que poderia prejudicar a BYD.

De outro lado, a fabricante chinesa pede a redução temporária do imposto de importação de veículos desmontados alegando que precisam de tempo para nacionalizar a produção.

BYD

Segundo a BYD, a redução temporária de imposto solicitada pela companhia é razoável uma vez que não faz sentido aplicar o mesmo nível de tributação sobre veículos 100% prontos trazidos do exterior e sobre veículos que são montados no país.

“Isso não é nenhuma novidade, outras montadoras já adotaram a mesma prática antes de ter a produção completa local. O incômodo das concorrentes não tem a ver com impostos, nem com montagem, nem com empregos. Tem a ver com a perda de protagonismo. Com o fato de que um novo player chegou oferecendo mais e cobrando menos”, completou.

A BYD sustenta que a redução das tarifas seria temporária, apenas enquanto a companhia não completa as obras da Fábrica em Camaçari (BA). “Em menos de um ano e meio, já está finalizando a primeira etapa das obras da fábrica em Camaçari (BA). Tudo dentro do planejamento desde o começo”, disse.

Fabricação local

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Geraldo Alckimin, explicou que o governo reunido na Camex vai discutir possíveis mudanças na fase de transição para a elevação das tarifas de importação de carros elétricos ou híbridos.

Alckimin disse que, em 2023, quando Lula assumiu, a alíquota de importação de veículos prontos do exterior era de 35% e de veículos elétricos e híbridos era de 0%. Por isso, o governo decidiu fazer uma transição para acabar com a isenção aos poucos, ano a ano, até chegar aos 35% de imposto cobrado dos demais veículos importados.

“Faça sua fábrica no Brasil, fabrique no Brasil, porque a alíquota vai ser igual a carro em combustão, que sempre foi de 35%, conforme a OMC [Organização Mundial da Saúde]”, disse o vice-presidente em coletiva de imprensa, nessa segunda-feira, dia 28.

Segundo Alckimin, a estratégia foi um sucesso. “Você tem inúmeras empresas abrindo fábricas no Brasil. Você tem a chinesa GWM, em Indianópolis (SP), que comprou a fábrica que estava fechada na Mercedes-Benz. Teve a BYD em Camaçari (BA), que adquiriu a fábrica que era da Ford”, completou.

O ministro disse que uma hipótese que está sendo estudada na Camex é ampliar a cota de isenção para importação porque argumenta-se que é preciso de tempo para nacionalizar a produção.

Uma cota que era de 50 mil carros isentos, no primeiro ano, cai para 40 mil no segundo, e 30 mil no terceiro ano. “Você tem um imposto crescente e uma cota decrescente”, explicou.

Segundo ele, a Camex pode decidir uma solução intermediária entre o pleito da BYD e das montadoras da Anfavea.

“Atende de um lado, antecipando a alíquota de 35% para 2026, que é o pleito da Anfavea. E, ao invés de atender o pleito de redução tarifária, eu estabeleço uma cota até 1º de julho de 2026. Isso vai ser discutido no Gecex e depois vai ser discutido na Camex, que são 10 ministérios”,  finalizou.

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Economia

Investidores jovens apostam em criptomoedas como alternativa à poupança

Jovens buscam alternativas mais rentáveis, como as criptomoedas, em vez da poupança, que aos poucos perde espaço entre as novas gerações

A caderneta de poupança, tradicionalmente considerada uma das formas mais seguras de investimento para os brasileiros, tem visto sua popularidade diminuir, principalmente entre os jovens. Embora ainda seja a opção financeira mais utilizada no país, o uso da poupança caiu de 25% para 23% da população, segundo pesquisa Raio-X do Investidor Brasileiro, realizada pela ANBIMA em parceria com o Datafolha. A diminuição, embora pequena, reflete uma mudança no comportamento dos investidores mais jovens, que buscam alternativas mais rentáveis e dinâmicas.

Nesse cenário, as criptomoedas têm se destacado como uma opção cada vez mais atrativa. De acordo com o levantamento, houve durante esse mesmo período, um salto de 2% para 4%, no número de jovens investidores em moedas digitais. A promessa de valorização acelerada e a flexibilidade que as criptomoedas oferecem atraem jovens que buscam maior controle sobre seus investimentos e a possibilidade de diversificação. Ao contrário da poupança, que oferece baixo rendimento, as criptos se apresentam como uma chance de ganhos superiores em um mercado cada vez mais acessível.

Para Ney Pimenta, CEO do Bitybank, a adoção crescente das criptomoedas entre os jovens está diretamente ligada à autonomia que esses ativos proporcionam. “Enquanto as gerações mais velhas ainda veem a poupança como um refúgio seguro, os jovens preferem a possibilidade de explorar novas opções de investimento. Eles estão mais propensos a adotar tecnologias financeiras inovadoras, aproveitando a flexibilidade e as oportunidades de diversificação oferecidas pelas criptomoedas”, afirma Pimenta.

No entanto, o estudo da ANBIMA também revela um desafio importante: a educação financeira. Apesar do aumento no interesse por criptomoedas, a população jovem ainda encontra dificuldades para entender os mecanismos dos produtos financeiros. A pesquisa apontou que cerca de 63% da população brasileira não conhecem nem os produtos mais simples, o que evidencia a necessidade de mais iniciativas educativas acessíveis e direcionadas ao público jovem.

O aumento da adoção de criptomoedas também reflete uma transformação no comportamento financeiro dos jovens, cada vez mais conectados e acostumados a operar em um ambiente digital. As transações bancárias são realizadas por aplicativos, os investimentos são monitorados em tempo real através de plataformas online e o consumo financeiro está cada vez mais distante das agências físicas. Isso exige uma experiência de gestão financeira ágil, intuitiva e personalizada, algo que as novas gerações têm cada vez mais exigido das plataformas financeiras.

Com o aumento da presença das criptomoedas no portfólio dos jovens investidores, o comportamento financeiro brasileiro tem se transformado. O interesse por inovação, somado à busca por acesso direto a mercados antes restritos, tem redesenhado as prioridades financeiras dessa geração. À medida que essa tendência continua a crescer, instituições e plataformas financeiras podem precisar se adaptar às demandas desse novo perfil de investidor.

Sobre o Bitybank:

O Bitybank é um criptoBanco que oferece a você a possibilidade de usar e gerenciar seus ativos (criptomoedas ou reais) no seu cotidiano, por meio de uma conta digital. A plataforma possui o maior volume de negociações em Bitcoins entre as empresas nacionais, tendo transacionado mais de 50 bilhões de reais e combina os serviços de um banco digital e os serviços de negociação de criptomoedas, inclusive a integração com as finanças descentralizadas (DeFi) e um cartão, em parceria com a Mastercard, permite gastos e cashback diretamente em criptomoedas em mais de 100 milhões de estabelecimentos no mundo todo.

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Economia

Reserva estratégica: capitalização atrai empresas, saiba mais

Créditos: Dragon Claws/iStock

Segundo o último levantamento da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), os títulos de capitalização arrecadaram R$ 23,47 bilhões em 2024

Os títulos de capitalização são produtos financeiros que possibilitam guardar dinheiro e ainda ter a chance de participar de sorteios periódicos. Esse tipo de poupança programada induz aportes mensais (ou únicos) durante um determinado período de tempo, e a possibilidade de resgate parcial ou total no final do prazo. Ideal para quem busca poupar, mas não tem disciplina o suficiente para tanto.

Segundo um levantamento da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), com base em dados mais recentes da Superintendência de Seguros Privados (Susep), entre janeiro e setembro de 2024, os títulos de capitalização, tanto para pessoas físicas, quanto jurídicas, arrecadou R$ 23,47 bilhões. Isso representa um aumento de 6,1% em relação ao mesmo período de 2023.

Ainda de acordo com esse levantamento, os valores devolvidos à sociedade chegaram a R$ 18,39 bilhões, crescimento de 9,5%, comparado com 2023. Isso representa cerca de R$ 20 bilhões incorporados à economia do Brasil.

Apesar dos títulos de capitalização serem mais comuns entre pessoas físicas, elas têm se transformado em uma boa alternativa para complementar a gestão de caixa de empresas, permitindo a formação de uma reserva financeira ideal para projetos futuros.

O que torna esse instrumento interessante para empresas?

Diferente de investimentos como ações ou fundos, o título de capitalização tem como destaque sua previsibilidade, já que todos os valores a serem depositados, prazos e resgate são pré-definidos na contratação. Para empresas, isso pode significar maior controle no orçamento, principalmente em contextos de planejamento rigoroso, como reservas para despesas sazonais, bonificações ou manutenção de equipamentos.

Previsibilidade que gera maior controle no fluxo de caixa

Por conta de seus aportes programados, o título de capitalização é ideal para quem procura estratégias de reserva vinculadas. Isso porque uma empresa pode direcionar esse valor para metas internas, como fundo de contingência ou recursos para campanhas corporativas.

O grande atrativo, não são os sorteios (embora existam), mas sim o estímulo da cultura de disciplina financeira. Como ele não possui liquidez imediata, o título pode servir como uma barreira contra o uso impulsivo de quantias que deveriam estar reservadas para objetivos mais importantes.

Esse tipo de restrição pode gerar resultados positivos em empresas que podem garantir recursos para projetos futuros, ou até mesmo cobrir despesas pontuais em períodos sazonais. Fora isso, alguns títulos são voltados ao segmento empresarial, oferecendo formatos customizados, e fazendo com que eles possam ser usados como parte de estratégias de incentivo interno, ou até mesmo fidelização de clientes.

Em suma, mesmo que não substitua aplicações voltadas para o crescimento de capital, o título de capitalização é um ótimo recurso complementar para uma gestão de finanças corporativas mais saudável.

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Campinas vai sediar Centro de Competência Global da Bosch, ao custo de mais de R$ 500 milhões

Vice-presidente e prefeito se encontraram no evento da Bosch (Crédito Carlos Bassan)

 

Grupo Bosch vai receber apoio do governo federal; anúncio foi feito em evento nesta quinta, dia 20, com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin e participação do prefeito Dário Saadi 

 

O vice-presidente e Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, foi recebido pelo prefeito Dário Saadi em Campinas na tarde desta quinta-feira, dia 20, para o anúncio de investimentos federais e a instalação, na cidade de Campinas, do Centro de Competência do Setor de Agronegócio Global da Bosch no Brasil. O  foi realizado no Clube Bosch, no período da tarde.

O novo centro será implantado ainda em 2025 na planta da empresa, no Km 98 da rodovia Anhanguera, na Vila Boa Vista. O vice-presidente Alckmin assinou contratos de fomentos públicos entre a Bosch, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que vão permitir a instalação do Centro. Os recursos somarão R$ 470 milhões da Finep e R$ 51 milhões do BNDES em crédito subsidiado, além de subvenções econômicas da Finep.

“Nós vamos dar um estímulo forte para a indústria ficar mais competitiva no Brasil. Crédito mais forte, com juros menores, para a indústria poder crescer, contratar mais, gerar mais desenvolvimento e qualidade de vida para a população”, disse o vice-presidente Geraldo Alckmin. Ele também destacou a importância de impulsionar o desenvolvimento de uma indústria mais exportadora: “30% da Bosch é exportação, nós precisamos disso”.

Para o prefeito Dário Saadi, sediar a Bosch na América Latina é uma honra muito grande para Campinas. O grupo se insere no ambiente da cidade, que é considerada a capital nacional da ciência, tecnologia e inovação, título que pode virar lei em breve, em proposta do deputado federal Jonas Donizette, tramitando no Congresso Nacional.

“A Bosch é parceira da Prefeitura por meio das nossas leis de incentivo, que possibilitam ampliação dos investimentos. Esse centro vai impulsionar ainda mais as pesquisas e o desenvolvimento que a Bosch traz não só para Campinas, mas para o Brasil como um todo”, disse o prefeito

 

Prefeito Dário destacou a importância de ter em Campinas a sede da Bosch na América Latina

 

O CEO e presidente da Robert Bosch América Latina, Gastón Diaz Perez, lembrou que a Bosch Campinas é a sede da empresa na América Latina e emprega mais da metade dos dez mil colaboradores da região latina. Segundo ele, o projeto lançado vai ao encontro da importância de garantir segurança alimentar. “O mundo precisa da tecnologia para produzir mais alimentos de forma mais sustentável. Sendo o Brasil protagonista, não é aceitável que essa tecnologia seja desenvolvida no exterior para depois usarmos na nossa produção. Temos a obrigação e as condições para desenvolver essa inovação no Brasil para o mundo”, destacou Perez.

 

Chamada para a inovação 

Ainda durante o encontro das autoridades com os dirigentes da Bosch, foi anunciada uma chamada pública de R$ 3 bilhões para seleção de propostas para atração e implantação de Centros de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PD&I). A ação é promovida em conjunto entre o BNDES e a Finep.

O presidente da Finep, Celso Pansera, reforçou que o edital representa um ganho muito grande para o País e especialmente para a região de Campinas, que tem a maior concentração de pós-graduandos, engenheiros, físicos, químicos e matemáticos da América Latina.

 

Dário, Alckmin e o vice-prefeito de Campinas, Wanderley de Almeida

 

Também participaram do evento a Ministra da Ciência, Tecnologia e Inovações do Brasil, Luciana Santos; o deputado Federal Jonas Donizette; o vice-prefeito de Campinas, Wanderley de Almeida; o Diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES, José Luis Pinho Leite Gordon; ; e a chefe de negócios e serviços digitais da Bosch, Tanja Rueckert, que também é membro da direção mundial do Grupo.

 

 

Investimentos na Bosch em Campinas 

Os investimentos no Centro de Competência do Setor de Agronegócio Global da Bosch no Brasil serão direcionados para pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&i) até 2027, para as áreas de mobilidade sustentável, segura e conectada; indústria 4.0; e sistemas inteligentes para o agronegócio/agricultura inteligente (plantio, fertilização, pulverização, sensoriamento e conectividade), além de remanufatura de componentes automotivos.

A nova estrutura trará mais oportunidades de desenvolvimento tecnológico para o Brasil e expansão de capacidade produtiva para as soluções da Bosch já existentes. Somente para o setor do agronegócio estão previstos investimentos próprios da Bosch de cerca de R$ 200 milhões nos próximos três anos, e cem colaboradores dedicados no Brasil e na Argentina.

Atualmente, cerca de 1.500 colaboradores trabalham na Bosch nessas áreas que estão recebendo novos investimentos no Brasil. A estimativa da empresa é gerar cerca de mil novos empregos diretos nas operações brasileiras até 2027.

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