FEBRE AMARELA

RMC

Saúde de Nova Odessa vai visitar sítios para vacinar população rural contra a febre amarela

Diretoria de Comunicação da Prefeitura de Nova Odessa/SP

A Secretaria de Saúde da Prefeitura de Nova Odessa deflagra na próxima terça-feira, dia 11, uma ação de vacinação da população da área rural da cidade contra a febre amarela. Uma equipe da Vigilância Epidemiológica do Município vai percorrer todos os sítios da cidade, em horário comercial, imunizando os moradores nas regiões da Fazenda Velha e do Pós-Anhanguera. Os profissionais são facilmente identificados por seus crachás e por utilizarem um veículo oficial da Prefeitura.

Paralelamente, a população urbana da cidade, bem como os moradores dos diversos bairros de chácaras de veraneio, deve procurar uma das sete UBSs (Unidades Básicas de Saúde) para se vacinarem contra a doença. A meta é atingir 95% de cobertura vacinal – atualmente, a cobertura do estado é de 80%.

A doença já registra nove casos no Estado de São Paulo neste verão, com cinco óbitos. Importante: todos os pacientes que contraíram a doença não estavam vacinados. Por isso, a vacinação continua sendo a forma mais eficaz de prevenção.

A Secretaria de Saúde do Estado recomenda que todas as pessoas não imunizadas em São Paulo recebam a vacina. Desde 2020, o Ministério da Saúde recomenda a vacinação contra a febre amarela para crianças menores de 5 anos de idade em duas doses: a primeira aos 9 meses e a segunda aos 4 anos. Para pessoas a partir dos 5 anos, a vacina é em dose única.

A vacina contra a febre amarela protege por toda a vida. A vacina contra a febre amarela integra o Calendário Nacional de Vacinação. Assim como outros imunizantes, a vacina pode causar reações leves, como dor no local da aplicação, febre, dor de cabeça e dor muscular.

“Tomamos essa decisão em função desse aumento nos casos e óbitos por febre amarela no Estado. Sabemos que existem muitas pessoas que ainda não se vacinaram contra essa doença. É uma vacina segura, as pessoas não precisam ter receio, principalmente quem mora em áreas rurais ou próximas a matas. Mas é muito importante que toda a população não vacinada procure uma Unidade de Saúde e receba o imunizante”, afirmou a diretora de Saúde do Município, Joseane Gomes.

Ela lembrou ainda que os macacos não são transmissores da doença para humanos, mas os mosquitos das espécies Aedes aegypti (o mesmo da dengue) e Aedes albopictus, nas áreas urbanas, Haemagogus e Sabethes, nas áreas de mata.

SINTOMAS E TRATAMENTO

Os sintomas iniciais da febre amarela são início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. No entanto, a doença tem alto índice de letalidade.

O tratamento da febre amarela é apenas sintomático, com assistência ao paciente que, sob hospitalização, deve permanecer em repouso. Nas formas graves da doença, o paciente deve ser atendido em UTI (Unidade de Terapia Intensiva), para reduzir as complicações e o risco de óbito. A automedicação deve ser evitada, já que o uso de medicamentos sem prescrição médica pode agravar a doença.

Saiba mais em https://www.agenciasp.sp.gov.br/febre-amarela-duvidas-sobre-a-doenca/.

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Valinhos

Valinhos começa vacinação casa a casa contra a Febre Amarela

Ação, que teve início nesta terça-feira, dia 4, em áreas rurais do município, segue até o final da semana

A Secretaria de Saúde de Valinhos iniciou nesta terça-feira, dia 4, a vacinação casa a casa dentro das medidas de prevenção à Febre Amarela. Até o próximo sábado, dia 8, a ação será feita na região da rodovia Dom Pedro, nos bairros Lopes e Contendas, além dos condomínios Monte Acrópole e Nova suíça. Valinhos faz parte do chamado município ampliado, ou seja, faz divisa com outras cidades em que foram encontradas evidências de transmissão da doença. Por isso, a secretaria está reforçando a vacinação com o atendimento em domicílio e com a ampliação no horário de funcionamento de unidades básicas de saúde para ampliar a imunização.

Desde 1998, Valinhos apresenta uma taxa de cobertura vacinal de 124,5% na população entre 9 e 59 anos de idade, sendo que o recomendado pelo Ministério é uma cobertura de 95%. O número de 124,5% é explicado pelo fato do número de pessoas não corresponder exatamente ao número de doses aplicadas. Por exemplo, o público entre nove meses e quatro anos de idade geralmente recebe duas doses.

Mesmo com essa ampla cobertura, a vacinação ainda é o meio mais eficaz para evitar a transmissão da Febre Amarela e por isso a secretaria está fazendo esse trabalho de intensificação nos bairros, conforme explica a diretora da Vigilância em Saúde de Valinhos, Luciane Navarro “a zona rural é um local de maior risco de transmissão, por isso estamos com nossos agentes de saúde visitando as casas para termos maior sucesso na vacinação”, explica a diretora.

Horários das UBS para a vacinação contra a Febre Amarela

 

Vacinação para a população rural, sempre de segunda a sexta-feira:

UBS Reforma: das 9h às 11h e das 13h às 15h

UBS Macuco: das 9h às 11h e das 13h às 15h

UBS São Bento: das 9h às 11h e das 13h às 15h

UBS Frutal: das 9h às 11h e das 13h às 15h

UBS Parque Portugal: das 8h30 às 15h30

UBS Pinheiros: das 9h às 11h e das 13h às 15h

 

Dias e horários da vacinação nos demais bairros:

UBS Maracanã: Segundas das 9h às 12h e das 13h às 15h

UBS Bom Retiro: Quartas-feiras das 9h às 18h

UBS Vila Itália: Terças-feiras das 9h às 11h e das 13h às 15h

UBS Paraíso: Segundas-feiras das 9h às 18h

UBS Imperial: Quintas-feiras das 9h às 11h e das 13h às 15h

UBS Jurema: Quartas- feiras das 9h às 11h e das 13h às 15h

UBS Pinheiros: Quintas-feiras das 9h às 11h e das 13h às 15h

UBS São Marcos: Sextas-feiras das 10h às 17h30

UBS Vila Santana: Terças-feiras das 9h às 15h

 

Sobre a Febre Amarela

A Febre Amarela é uma doença viral aguda, imunoprevenível, transmitida ao homem e à primatas não humanos (macacos), podendo apresentar formas graves e até matar. O vírus é transmitido pela picada dos mosquitos transmissores infectados e não há transmissão direta de pessoa a pessoa. Em áreas silvestres, os principais vetores são os mosquitos Haemagogus e Sabethes.

A transmissão urbana não ocorre desde 1942, mas na atual situação há risco dessa volta, uma vez que o vetor do vírus da Febre Amarela na área urbana também é o mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite a Dengue, Zika e Chikungunya. A maior incidência da enfermidade no Brasil ocorre entre os meses de dezembro e maio, época de mais calor e chuva, condições que favorecem a proliferação do mosquito transmissor.

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Valinhos

Valinhos intensifica ações para a prevenção da Febre Amarela

Entre as medidas estão a ampliação no horário de vacinação e reforço no treinamento dos agentes

A Secretaria de Saúde de Valinhos intensifica a vacinação contra a Febre Amarela especialmente nas áreas rurais do município, consideradas de maior risco para a transmissão da doença. Essa é a principal  medida de prevenção recomendada pelo Ministério da Saúde porque Valinhos passou a fazer parte dos chamados municípios ampliados, ou seja, faz divisa com localidades onde já foram identificadas evidências de transmissão da doença. Nesta semana, 56 agentes de controle de endemias e agentes comunitários de saúde passaram por treinamento para trabalharem nas ações de conscientização junto à população.

Dados sobre a vacinação contra a febre amarela desde 1998 mostram que Valinhos apresenta uma taxa de cobertura vacinal de 124,5% na população entre 9 e 59 anos de idade, sendo que o recomendado pelo Ministério é uma cobertura de 95%. O número de 124,5% é explicado pelo fato do número de pessoas não corresponder exatamente ao número de doses aplicadas. Por exemplo, o público entre nove meses e quatro anos de idade geralmente recebe duas doses.

A diretora da Vigilância em Saúde de Valinhos, Luciane Navarro, afirma que mesmo com a grande cobertura vacinal do município, a população deve ficar atenta aos cuidados para prevenir a doença “temos a vacina disponível nas unidades básicas de saúde e agora de forma mais intensa na zona rural. As pessoas devem utilizar todos os recursos para se protegerem da febre amarela e da dengue, que são doenças graves”, reforça a diretora.

 

Sobre a Febre Amarela

A Febre Amarela é uma doença viral aguda, imunoprevenível, transmitida ao homem e à primatas não humanos (macacos), podendo apresentar formas graves e até matar. O vírus é transmitido pela picada dos mosquitos transmissores infectados e não há transmissão direta de pessoa a pessoa. Em áreas silvestres, os principais vetores são os mosquitos Haemagogus e Sabethes.

A transmissão urbana não ocorre desde 1942, mas na atual situação há risco dessa volta, uma vez que o vetor do vírus da Febre Amarela na área urbana também é o mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite a Dengue, Zika e Chikungunya. A maior incidência da enfermidade no Brasil ocorre entre os meses de dezembro e maio, época de mais calor e chuva, condições que favorecem a proliferação do mosquito transmissor.

 

Vacinação para a população rural, sempre de segunda a sexta-feira:

UBS Reforma: das 9h às 11h e das 13h às 15h

UBS Macuco: das 9h às 11h e das 13h às 15h

UBS São Bento: das 9h às 11h e das 13h às 15h

UBS Frutal: das 9h às 11h e das 13h às 15h

UBS Parque Portugal: das 8h30 às 15h30

UBS Pinheiros: das 9h às 11h e das 13h às 15h

 

Dias e horários da vacinação nos demais bairros:

UBS Maracanã: Segundas das 9h às 12h e das 13h às 15h

UBS Bom Retiro: Quartas-feiras das 9h às 18h

UBS Vila Itália: Terças-feiras das 9h às 11h e das 13h às 15h

UBS Paraíso: Segundas-feiras das 9h às 18h

UBS Imperial: Quintas-feiras das 9h às 11h e das 13h às 15h

UBS Jurema: Quartas- feiras das 9h às 11h e das 13h às 15h

UBS Pinheiros: Quintas-feiras das 9h às 11h e das 13h às 15h

UBS São Marcos: Sextas-feiras das 10h às 17h30

UBS Vila Santana: Terças-feiras das 9h às 15h

 

Recomendações sobre a vacina

O Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) e a Divisão de Imunização da Secretaria Estadual de Saúde orientam a ação de intensificação da vacinação contra a febre amarela de forma seletiva, nas áreas rurais, visando aumentar a cobertura vacinal na população suscetível, da seguinte forma:

* Pessoas a partir de 6 meses de idade: doses aplicadas nas crianças de 6 a 8 meses de idade não serão válidas para a rotina, sendo necessária a vacinação na idade recomendada para essa faixa etária, respeitando intervalo de quatro semanas entre as doses;

* Pessoas com 60 anos ou mais: sempre associada à avaliação do risco relacionado às comorbidades, doenças autoimunes, tratamentos específicos ou uso contínuo de medicamentos que contraindiquem a aplicação da vacina febre amarela nessa faixa etária;

* Gestantes e mulheres que estejam amamentando crianças com até 6 meses de idade. Neste caso, a amamentação deverá ser suspensa no mínimo por 10 dias após a vacinação. A mãe deverá ser orientada, sobre os procedimentos para extração e armazenamento do leite materno antes da vacinação para propiciar o aleitamento neste período.

Desde 2020, o Ministério da Saúde recomenda a vacinação contra a febre amarela para crianças menores de 5 anos de idade em duas doses: a primeira aos 9 meses e a segunda aos 4 anos. Para pessoas a partir dos 5 anos, a vacina é dose única. Verifique o seu cartão de vacinação e procure a unidade de saúde mais próxima.

* Pessoas que pretendem se deslocar para áreas de maior risco de exposição, como matas, acampamentos, trilhas, cachoeiras, devem ser vacinadas com 10 dias de antecedência, tempo necessário que a vacina faça efeito. Sendo também recomendado o uso de repelentes e telas de mosquiteiros.

 

Macacos

Os macacos não transmitem a Febre Amarela para os humanos. Esses animais funcionam como sentinelas, servindo de alerta para a possível ocorrência de transmissão do vírus. São, portanto, de grande ajuda para nortear as medidas de prevenção, além de serem protegidos pelas leis ambientais.

Por isso, se for encontrado um macaco morto ou doente, devem ser seguidos os seguintes passos:

– Não tocar ou enterrar o animal;

– Evitar que outros animais se aproximem;

– Avisar imediatamente o Centro de Controle de Zoonoses pelo telefone 3829-1252.

 

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RMC

Indaiatuba orienta a população sobre a importância da vacina da Febre Amarela

Para receber a imunização, basta comparecer à UBS mais próxima da residência – Foto: Arquivo – Leonardo Cruz – PMI

Para receber a imunização, basta comparecer à UBS mais próxima da residência

A Secretaria de Saúde de Indaiatuba orienta a população sobre a importância da vacina da Febre Amarela, que faz parte do esquema vacinal para todos os municípios do Estado de São Paulo. A recomendação do Ministério da Saúde é de duas doses para crianças com mais de nove meses e menores de cinco anos, e dose única, válida para toda vida, para maiores de cinco anos. Para receber a imunização, basta comparecer à UBS (Unidade Básica de Saúde) mais próxima da residência com a carteirinha de vacinação e um documento com foto.

Munícipes que vão viajar para áreas consideradas de maior risco de exposição ao vírus, com matas, florestas, rios, cachoeiras, parques e o meio rural, devem tomar a vacina 10 dias antes do deslocamento.

A GVE 17 Campinas e a Divisão de Imunização/CVE/CCS/SES-SP iniciou uma ação para aumentar a cobertura vacinal de prevenção da ocorrência de caso humano de Febre Amarela, pois há detecção da circulação do vírus em municípios do Estado de São Paulo, localizados na região de Campinas e Ribeirão Preto, e municípios do Estado de Minas Gerais, limítrofes com municípios do Estado de São Paulo.

É importante ressaltar que Indaiatuba não faz parte da lista de municípios afetados. “Mesmo sem registro de caso confirmado da Febre Amarela no município, resolvemos orientar quem ainda não tem nenhuma dose da vacina, ir à UBS se imunizar, principalmente se for viajar para área de risco”, explica diretora da Vigilância em Saúde, Renata Marciano.

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Brasil e Mundo

Saúde envia 100 mil doses de vacina contra febre amarela para SP

Vacina contra febre amarela © Divulgação/Prefeitura de Pitangueiras (SP)

Meta é distribuir 600 mil imunizantes no estado

Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil

Após ser notificado de que quatro macacos do campus da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto, interior paulista, testaram positivo para febre amarela, o Ministério da Saúde decidiu enviar 100 mil doses extras de vacina para o estado de São Paulo para intensificar a imunização contra a doença.

Embora macacos doentes não transmitam a doença, são um indicativo de circulação do vírus. Os primatas são os principais hospedeiros do vírus, mas os únicos vetores de transmissão são os mosquitos. No meio silvestre, os mosquitos picam o macaco que, depois de infectado pelo vírus, pode ser picado por outro vetor e este, por sua vez, transmitir a doença para o homem.

De acordo com a prefeitura de Ribeirão Preto nenhum registro de febre amarela em humanos foi observado atualmente na cidade. Mesmo assim, o ministério considera importante intensificar a vacinação contra a febre amarela porque essa é uma das recomendações para o controle de casos e prevenção da doença.

A vacina contra a febre amarela faz parte do calendário de imunização e está disponível em todos os postos de saúde do estado de São Paulo. Desde 2017 o Brasil adota o esquema vacinal de apenas uma dose durante toda a vida, medida que está de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Ainda neste mês de janeiro, o ministério informou que vai distribuir mais de 600 mil doses de rotina dessa vacina para São Paulo.

A doença

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda que é causada por um vírus, transmitido pela picada de um mosquito silvestre, que vive em zona de mata, e não há transmissão direta de pessoa para pessoa. Os sintomas iniciais da febre amarela são febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. A vacina é a principal ferramenta de prevenção da febre amarela.

No Brasil, o ciclo da doença atualmente é silvestre, com transmissão por meio de mosquitos. Os últimos casos de febre amarela urbana foram registrados no país em 1942.

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Brasil e Mundo

Saúde alerta para vigilância e imunização contra febre amarela

Dois novos casos foram registrados

Por Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Após o registro de dois novos casos de febre amarela na região de divisa entre São Paulo e Minas Gerais, o Ministério da Saúde emitiu um alerta pedindo que estados e municípios comuniquem casos suspeitos da doença com a maior agilidade possível – sobretudo em áreas onde há transmissão ativa do vírus.

Em nota, a pasta destacou que a agilidade é importante para que futuros surtos de febre amarela no país sejam evitados e para que ações de resposta sejam prontamente executadas caso haja necessidade.

O comunicado ressalta que a doença é facilmente evitável por meio de vacina, disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para todas as idades. A cobertura vacinal contra a febre amarela no Brasil, entretanto, está abaixo do recomendado.

Casos

Nos últimos seis meses, quatro casos foram registrados no país – um em Roraima, um no Amazonas e dois em São Paulo. Desse total, três pacientes morreram.

Os dois casos mais recentes foram identificados em um homem de 50 anos, morador da região entre Águas de Lindóia e Monte Sião, que morreu; e em outro, de 28 anos, no município de Serra Grande, que já está curado.

Áreas endêmicas

De acordo com o ministério, a febre amarela é classificada como endêmica apenas na região amazônica, mas, de tempos em tempos, o vírus reaparece em outras áreas. A maior parte dos casos ocorre entre dezembro e maio.

“Surtos ocorrem quando o vírus encontra condições favoráveis para a transmissão, como altas temperaturas, baixas coberturas vacinais e alta densidade de vetores e hospedeiros”, destacou a pasta.

A partir de 2014, o vírus reemergiu na Região Centro-Oeste e se espalhou, nos anos seguintes, para as demais regiões do país. Entre 2014 e 2023, foram registrados 2.304 casos de febre amarela em humanos e 790 mortes pela doença.

Recomendações

Entre as recomendações do ministério estão o alerta para que equipes de vigilância e de imunização intensifiquem as ações nas áreas afetadas, com ampliação para municípios vizinhos; a notificação do adoecimento ou morte de macacos; e a atenção a sintomas de febre leve e moderada em pessoas não vacinadas.

Vacinação

A pasta recomenda ainda que seja utilizada a estratégia da busca ativa de pessoas não vacinadas nas regiões de ocorrência de casos. Na última sexta-feira, 150 mil doses extras da vacina contra febre amarela foram disponibilizadas ao estado de São Paulo.

“Também foi feita a recomendação para o livre acesso à vacina nas unidades de saúde, sem a necessidade de agendamento prévio”, informou a nota. “Em mensagem enviada aos estados e municípios, o Ministério da Saúde também coloca à disposição equipes de apoio a investigação epidemiológica dos casos.”

Vacinação febre amarela

Vacinação febre amarela

 

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