Iniciado no ano passado em oito municípios-piloto, que serviram de base para o desenvolvimento e o aprimoramento da metodologia, após as duas últimas formações, alcança as 48 cidades que aderiram à primeira onda. Atualmente, o programa conta com 447 agentes e 42 supervisores contratados, dos quais 247 agentes e 29 supervisores já estão em atuação direta. Novas formações de agentes estão previstas, segundo o governo paulista.
Na Região Administrativa de Campinas, o programa inicia neste mês de abril uma nova etapa de atendimentos com a chegada de 61 novos profissionais, entre agentes e supervisores. Com isso, a equipe regional passa de 16 para 77 profissionais em atuação.
Além de Campinas e Paulínia, que participaram da fase piloto, o SuperAção SP passa a atuar em Americana, Araras, Cabreúva, Cordeirópolis, Elias Fausto, Holambra, Indaiatuba, Iracemápolis, Itatiba, Itupeva, Jaguariúna, Jarinu, Jundiaí, Limeira, Louveira, Monte Mor, Mogi Mirim, Nova Odessa, Pedreira, Santa Bárbara d’Oeste, Santa Gertrudes, Santo Antônio de Posse, Sumaré, Valinhos, Várzea Paulista e Vinhedo.
Os agentes do SuperAção SP realizam visitas domiciliares às famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com renda familiar per capita inferior a meio salário-mínimo, eliminando a necessidade de deslocamento até unidades de assistência social. O acompanhamento é contínuo e pode ocorrer de forma semanal, quinzenal ou mensal, conforme a necessidade de cada família.
A expectativa é atender 3.591 famílias na região ao longo da execução do programa.
Na meta, a previsão é beneficiar 105 mil famílias até 2027, com investimento superior a R$ 1,5 bilhão, entre recursos do Tesouro Estadual e financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
“Cada profissional capacitado é um elo essencial entre o Estado e as famílias que mais precisam, levando informação, apoio e oportunidades reais. É assim que estamos construindo um novo padrão de política social em São Paulo: centrado nas pessoas, orientado a resultados e comprometido com a transformação duradoura de vidas”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo, Andrezza Rosalém.
O trabalho dos agentes inclui conectar as famílias a políticas públicas às quais já têm direito, mas que muitas vezes não acessavam por falta de informação, orientação ou acesso. O acompanhamento pode durar até dois anos, com monitoramento adicional para avaliação dos avanços. O programa atua por meio de duas trilhas de apoio. Na Trilha de Proteção Social, famílias em situação de maior vulnerabilidade recebem acompanhamento prioritário com auxílio mensal para atendimento de necessidades básicas. Já na Trilha de Superação da Pobreza, o foco é a capacitação, a qualificação profissional e a inclusão no mundo do trabalho, com acompanhamento contínuo e diversos incentivos financeiros ao longo da jornada.
O atendimento é estruturado em três módulos complementares: Proteger, voltado ao acesso às políticas públicas disponíveis na região; Desenvolver, com foco em educação e qualificação profissional; e Incluir, orientado à inserção no mercado de trabalho por meio do emprego formal ou do empreendedorismo.
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