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Malafaia no STF: Advogados alegam falta de foro e pedem rejeição de processo

A defesa de Silas Malafaia solicitou formalmente ao Supremo Tribunal Federal (STF) a rejeição de uma denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo informações da Agência Brasil, o pastor é acusado de calúnia e injúria contra o comando do Exército. O caso envolve declarações feitas durante uma manifestação em São Paulo.

Os argumentos da defesa no STF

Os advogados do pastor sustentam que as falas foram críticas genéricas e não ofensas pessoais. De acordo com a defesa, Malafaia utilizou “palavras fortes” para expressar sua opinião política. Portanto, os defensores argumentam que não houve a intenção de desonrar especificamente o comandante Tomás Paiva.

Além disso, a defesa apresentou um questionamento técnico sobre a competência do tribunal. Como o pastor não possui foro privilegiado, os advogados afirmam que ele não deveria ser julgado pelo STF. Outro ponto destacado no documento é que Malafaia já teria se retratado pelas declarações proferidas anteriormente.

Detalhes do processo judicial

  • Relator: O ministro Alexandre de Moraes é o responsável pelo caso.

  • Acusações: A PGR aponta crimes de calúnia e injúria.

  • Origem: Falas ocorridas durante ato em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro.

  • Próximo Passo: O ministro relator deve definir uma data para o julgamento da denúncia.

Dessa forma, a manifestação da defesa tenta evitar que o pastor se torne réu no processo. Porém, cabe agora ao STF analisar se os argumentos são suficientes para arquivar o caso. A decisão de Moraes será fundamental para definir o destino da ação penal.

O pedido da defesa de Silas Malafaia reforça o debate sobre os limites da liberdade de expressão e a imunidade de foro. O desfecho deste caso é acompanhado com atenção por juristas e figuras políticas de Brasília.

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