Prefeitura e DAEV concluem obra de estação elevatória de esgotos

Prefeitura e DAEV concluem obra de estação elevatória de esgotos

 Trânsito foi liberado quinta, dia 20, equipes vão refazer a calçada e plantar grama
Trânsito foi liberado quinta, dia 20, equipes vão refazer a calçada e plantar grama

O Departamento de Águas e Esgotos de Valinhos (DAEV), com apoio da Prefeitura, finalizaram os reparos no asfalto da Rua Angelina Lacava Bonani, no trecho entre Vitório Gobato e a Avenida Remo Oscar Besseggio, próximo à Estação Elevatória de Esgotos (EEE) do Parque das Colinas e iniciaram os preparativos para refazer a calçada e replantar a grama nas proximidades . O trânsito foi totalmente liberado.

A EEE vai continuar a receber melhorias, como gerador, novas bombas, telemetria para monitoramento à distância, grade mecanizada, entre outras, para torná-la ainda mais eficiente. Em janeiro, o DAEV trocou um trecho de 21 metros da rede coletora de esgotos, entupida com descarte irregular de lixo, que acabou extravasando e danificando a unidade.

A EEE recebe toda carga dos bairros Frutal, Parque dos Cocais, Residencial Nova Espírito Santo, Residenciais Alvorada I e II, Parque dos Pinheiros, Jardim Maria Rosa e áreas vizinhas. Uma grande equipe do DAEV foi mobilizada consertar a estrutura e liberar o local o mais urgente possível.

O DAEV substituiu 21 metros da antiga tubulação de 300 milímetros danificada por lixo lançado irregularmente na rede por duas novas interligações de 400 milímetros cada, capazes de suportar a carga que chega à EEE para bombear o esgoto da região até a Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) Capuava, além de um novo Poço de Inspeção (PI) e cestos de coleta de materiais sólidos (lixo) que chegam à elevatória e que, se não forem retirados, acabam por causar entupimento e danos nas bombas.

O DAEV faz desde janeiro uma campanha de conscientização da população sobre o lançamento irregular de lixo no esgoto. Em 2019, foram retirados do gradil da ETE Capuava 513 toneladas de materiais, como entulhos da construção civil (pedras, resto de cimento, madeira, plástico, papelão, sacos) e descartes de banheiro, como papel higiênico, fio dental, absorventes, cabelo, cotonetes, tecidos, sacos plásticos.

“São números assustadores, que impactam diretamente no tratamento de esgoto da ETE. A simples mudança de hábitos da população seria de grande contribuição para a qualidade de vida. Isso na ETE, mas dependendo de onde ocorre o entupimento da rede coletora, o esgoto retorna para dentro dos imóveis. É uma questão de saúde pública”, afirma o presidente do DAEV, Ricardo Gardin.