Vendas de Agosto de 2019 ultrapassam as de Julho mas recuam frente a Agosto de 2018 em Campinas e Região

Vendas de Agosto de 2019 ultrapassam as de Julho mas recuam frente a Agosto de 2018 em Campinas e Região

Os dados do SCPC de Agosto de 2019 mostram que o Comércio Varejista de Campinas e Região apresenta uma recuperação de 5,42% frente a Julho passado, mas retrocede em (-5,06%) frente a Agosto de 2018. Essa melhora em comparação a Julho de 2019 refere-se às vendas do Dia dos Pais, que evoluíram em 1,40% sobre o Dia dos Pais de 2018, mas a insegurança dos Índices de Confiança frente ao mercado, queda da Bolsa, desvalorização do real, desemprego elevado e Taxa de Juros em baixa redundaram em uma queda de (-5,06%) em relação ao Agosto de 2018. A avaliação é do Departamento de Economia da Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC).

A participação do e-commerce ficou em 10,0% sobre as vendas da Região, correspondendo a 77.695 consultas equivalentes a R$ 287,5 milhões, representando cerca de 13,6% dos R$ 2,10 bi vendidos no e-commerce nacional. As maiores movimentações do mês foram às vendas de calçados, vestuários, e perfumarias, no Dia dos Pais.

A inadimplência em Campinas ficou (-53,18) em relação a Julho de 2019 e 4,82% em relação a Agosto de 2018, e apresentando no período Janeiro a Agosto de 2019, 189.150 carnês/boletos vencidos e não pagos há mais de 60 dias, o que representa cerca de R$ 136,2 milhões no endividamento dos consumidores de Campinas.

Na Região Metropolitana de Campinas, a inadimplência apresenta no período de Janeiro a Agosto de 2019, 450.357 carnês/boletos vencidos e não pagos há mais de 60 dias, o equivalente a cerca de R$ 324,3 milhões no endividamento dos consumidores da RMC.

A expectativa para o Comércio nos próximos quatro meses, até o final do ano, é de uma recuperação mais positiva nas vendas impulsionadas pelo Dia das Crianças, Black Friday e o Natal que, juntamente com o 13º salário, ativam o Poder de Compra dos Consumidores.

"A expectativa para médio prazo ainda é de incertezas com a recuperação da Economia, que permanece deflacionada", afirmou o economista da ACIC, Laerte Martins.

Fonte: ACIC Campinas 

 

 

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