Acesa Capuava promove oficina sobre Arte Mural no Brasil

Acesa Capuava promove oficina sobre Arte Mural no Brasil

Divulgação

Objetivo do projeto é ensinar um ofício aos alunos; aulas terminaram neste mês
Objetivo do projeto é ensinar um ofício aos alunos; aulas terminaram neste mês

A Acesa Capuava realizou mais uma parceria de sucesso, com objetivo de incrementar atividades que auxiliem o desenvolvimento e aprendizado dos alunos com transtorno do espectro autista e múltiplas deficiências. Desta vez, a artista plástica e coordenadora da 2ª edição do Projeto Oficinas Arte e História, Rosana Bazzo, em parceria com o artista muralista convidado Alexandre Filiage, ministraram aulas na entidade sobre a arte mural no Brasil.

“Ensinamos noções básicas da história do muralismo para ampliar o conhecimento, estimular o aprendizado técnico e o desenvolvimento coletivo entre os participantes. Na prática, realizamos a pintura mural em uma das paredes da Acesa Capuava. O desenho, criado por Filiage, foi uma paisagem lúdica e estilizada com céu, árvores e pássaros”, comentou Rosana.

A arte mural ou muralismo consiste em toda obra executada sobre uma parede. Pode ser pintada na superfície com tinta, spray; grafites; pintada como num afresco, (que é a aplicação de pigmentos coloridos diluídos em água sobre cimento ou argamassa ainda úmidos); e aplicada em relevos, ladrilhos, cerâmicas e mosaicos.

O propósito do projeto é ensinar um ofício e as obras fazem parte do acervo permanente dos espaços onde serão realizadas as oficinas. Além das atividades na Acesa, viabilizadas pelo Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo com patrocínio da Vermeer, as oficinas também acontecem na Estação Cultural em Santa Bárbara d’Oeste-SP e no Teatro Gigi em Tabapuã-SP.

Na Acesa Capuava, as aulas duraram um mês e foram finalizadas na semana passada. “É uma excelente oportunidade contar com a experiência de profissionais como a Rosana e o Filiage para instruírem nossos alunos e monitores sobre o universo da história da arte. Pessoas com deficiências, em sua maioria, são muito sensíveis e a arte é uma via importante de contato e sensibilização”, contou a presidente da Acesa, Fernanda Teixeira.